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terça-feira, 2 de setembro de 2008

Mesa Brasil


Lembram que ontem eu falei do site do SESC com receitas de reaproveitamento de alimentos?

Pois é...

Fui fuçar o site e descobri um projeto sensacional.


"O MESA BRASIL SESC é um programa de segurança alimentar e nutricional sustentável, que redistribui alimentos excedentes próprios para o consumo ou sem valor comercial. O programa é uma ponte que busca onde sobra e entrega onde falta, contribuindo para diminuir o abismo da desigualdade social no país.


O programa é também uma ação conjunta que integra o SESC, empresas, instituições sociais e voluntários no esforço de diminuição das carências alimentares e do desperdício de alimentos, com um papel pró-ativo: "demonstra que é possível minimizar os efeitos da fome e da desnutrição através de programas sociais práticos, a custo reduzido e aplicação imediata".
Porém, o programa não é uma campanha eventual e assistencialista. Tem caráter permanente, baseado na parceria e as responsabilidades são assumidas por todos os segmentos sociais envolvidos, respeitando-se suas especificidades. As instituições sociais fazem parte de um esforço conjunto para melhoria da qualidade de vida e da cidadania através da responsabilidade social compartilhada.


O MESA BRASIL SESC, como ação emergencial, baseia-se no princípio, já aceito internacionalmente, de que a alimentação é direito fundamental de todo e qualquer cidadão. Um direito social básico, mas que, lamentavelmente, não é garantido a todas as pessoas e por isso são necessárias ações que possam melhorar esta situação duplamente perversa: a fome e o desperdício de alimentos.


O MESA BRASIL SESC possui dois modelos operacionais, que são: Banco de Alimentos e Colheita Urbana

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MODELO DE ATUAÇÃO


A rede MESA BRASIL SESC, como uma iniciativa de ação social permanente na área de segurança alimentar e nutricional sustentável, integra empresas, entidades sociais e voluntários, através de dois modelos de atuação:


- O BANCO DE ALIMENTOS é um centro de recolhimento e distribuição de alimentos, geralmente sem valor comercial. Busca onde sobra, armazena e os disponibiliza para as entidades sociais.


- A COLHEITA URBANA encarrega-se de coletar, todos os dias e de forma segura, alimentos frescos, produtos hortifrutigranjeiros, alimentos industrializados entre outros, e de encaminhá-los para entidades sócias. A colheita urbana não possui estoque, pois a distribuição é imediata. Busca onde sobra e entrega diretamente onde falta."


Gente, eu achei sensacional!

Pessoas como eu da área de alimentos sabe o quanto se desperdiça de comida boa para consumo.

Nunca imaginei que huvesse um programa como esse. Portanto, vai aqui meu pedido:

você que trabalha fora, ajude a divulgar em sua empresa.


Esse programa merece!




sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Um Oceano de plástico

Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.


Foto do vórtex

No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos. Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.


O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

Tartaruga deformada por aro plástico


A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'. Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.


Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave
Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.

Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico

E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.

Fontes: The Independent, Greenpeace e Mindfully

Ver essas coisas sempre servem para que nós repensemos nossos valores e principalmente nosso papel frente ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos. Antes de Reciclar, reduza!


________________________________________________________________________________ Enviado por Renata Matteoni

"Entre nessa onda"

O Futuro do Presente está participando do apoio a mais uma ação do Greenpeace. Depois de tudo que lemos e vimos, conto com todos vocês para que possam ajudar na divulgação do evento que ocorre nesse final de semana, no Parque Villa-Lobos em SP. Vale tudo: e-mails, twitters, postagem nos blogs, sinais de fumaça. Se você é de SP ou está em SP, vista uma camisa azul e compareça dia 9 de agosto às 9 da manhã ao Parque Villa-Lobos. Sei que tem muita gente que não acredita em manifestações como esta, que é até contra. Mas pense bem: e se todo mundo pensasse o contrário e comparecesse? As coisas mudariam com certeza. A mobilização da massa (leia-se povo) é fundamental para que façamos as mudanças sociais, políticas e ambientais que precisamos, dentro e fora do Brasil. Nosso oceano está morrendo e morrendo o oceano, morremos nós.

No endereço abaixo consta um briefing da campanha, além do convite oficial. "Entre nessa onda" você também!

http://www.greenpeace.org/brasil/oceanos/noticias/os-oceanos-est-o-em-perigo-e-v




________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A vida que a gente leva...

Alguém disse algum dia: Importante não é o que a gente leva da vida, mas a vida que a gente leva...

Esse final de semana eu recebi dois presentes:

No sábado de manhã, um pedreiro que fez um trabalho para nós há uns dois meses veio aqui em casa nos convidar para o aniversário de sua netinha de 3 anos. Nos conhecemos há dois meses, ele fez um trabalho para nós de 2 ou 3 semanas e agora vem aqui pessoalmente nos convidar. É um presente, sem dúvida porque é um carinho despretencioso, uma atenção genuína. E este convite não me diz o que fizemos para merecer tamanha consideração. Saber que foi algo bom, já basta. A propósito a festa foi ótima!

Quando eu pensei que já tinha ganhado meu sábado, recebi um e-mail da Maidila (que conheci numa comunidade do Orkut e acabamos nos tornando amigas sem nunca termos nos visto pessoalmente) mandando fotos da sua horta inspirada na minha horta! Daí, fui perceber que nunca postei minha horta aqui, só no meu album do Orkut. Onde participo de uma comunidade chamada Horta em Casa.


Fala sério!Gente, estou toda proza, feliz da vida porque recebi presentes maravilhosos de duas pessoas que conheci há tão pouco tempo.

Vejam que fotos lindas da horta e das crianças sujas de terra.
Não estou cabendo em mim de tanta felicidade.

Então, vamos às fotos. Primeiro as da Maidila que estão simplesmente lindas e no final algumas da minha horta.Espero que nossas hortas inspirem outros amigos!

Vamos lá, animem-se!!!



Agora as minhas:



________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Por que eu vendo coisas usadas?

Eu tenho um blog-bazar: http://anabazarana.blogspot.com/

É onde exponho as coisas que hoje não nos tem utilidade mas que possam ser de interesse de outros.

E por que eu vendo coisas usadas que poderiam muito bem ser doadas?

Pelo dinheiro? Não. Eu não vendo pelo dinheiro. Minha preocupação, única e exclusiva, é não produzir mais lixo e dar fim responsável às coisas que não preciso ou que não quero mais.

Precisamos acabar com o preconceito de usar coisas de segunda mão. Eu mesma nunca fui de comprar coisas usadas, muito menos de revender. Para mim, isso também é uma novidade.
Reusar é futuro, é ecológico , é correto.
Não jogue no lixo aquilo que não quer mais.
Se for doar, doe com responsabilidade.

Não adianta nada a gente não jogar no lixo , se a pessoa para quem doamos jogar.
E por que me desfaço até de coisas COM DEFEITO?
PORQUE TEM MUITA GENTE QUE CONSERTA, VENDE E USA. E não há nada de errado nisso, pelo contrário. Para se ter uma idéia, já vendi duas placas-mãe (aquelas de computador) com defeito para serem recondicionadas. E as pessoas que recondicionam essas placas, não enganam ninguém: vendem peças recondicionadas para pessoas que não querem ou não podem comprar equipamentos ou pças novas. Nada demais, ou há alguma dúvida que tem gente que pode gastar mais e tem gente que não pode?
Claro que tem coisas que não vendo, tem coisas que jogo no lixo, tem coisas que eu dou (aliás, muitas coisas eu dou, a maioria). Isso vai do meu senso, do meu sentimento e do meu nível de segurança de que aquilo não será jogado no lixo. Certeza, certeza, eu não posso ter, mas eu tento colaborar para evitar que meu netos cruzem com coisas que a gente tenha jogado no lixo daqui a 100 ou 200 anos. Por exemplo, tenho feito arrumações nas bagunças e tralhas que sempre guaramos e nunca usamos. Numa dessas arrumações, encontrei algumas coisas inusitadas.
A garrafa da foto -lá de cima-, certa vez, quebrou a tampa. Mandei um e-mail para o fabricante e para eu não perder a garrafa, ele gentilmente me mandou 2 tampas. Isso foi há mais de 10 anos! Só que a garrafa quebrou e como pedir a garrafa é demais...risos...estou doando as tampas para quem quiser. Uma usada e outra novinha, sem nunca ter sido usada. Tem alguém cuja tampa quebrou?

Encontrei essas 10 fitas de vídeo de uma coleção de Jornal. São fitas de vídeos que nunca mais iremos assistir, pelo simples fato de que o vídeo cassete subiu no telhado e não vamos tentar ressuscitá-lo...risos...
Estou doando para entidades assistenciais, asilos, ou qualquer lugar neste sentido, para alegrar a vida de pessoas que nem sempre tem como assistir a um filme. Nem todos os títulos são para todos os públicos, mas estou doando juntas ou separadas.
São:
U2 - Live from Boston
Quero dizer que te amo
Assassinato em primeiro grau
Corpo em Evidência
Como água para chocolate
Grande Hotel
O Piano
A Casa dos espíritos
Perdas e Danos
Surpresas do Coração
Logo, quem souber de aluma entidade a quem esses vídeos possam ser encaminhados, me escrevam: ofuturodopresente@gmail.com
E você, já revisou o que você tem em casa e que não quer mais?
E faz o que com essas coisas?
Tem um bazar? Mande o link que nós colocamos aqui!
Já tem muita gente que também vende suas coisas pela internet.
Tem gente no Orkut em comunidades voltadas para isso.
Tem gente que troca num grupo chamado Free-cycle .
Tem um outro grupo só de Coisas de Bebês.
O que são os brechós ? Nada mais do que venda de peças usadas. Mais na moda, impossível.
Por dinheiro, por modismo ou por idealismo, não importa!
O que importa é reusar.
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

quinta-feira, 5 de junho de 2008

De quem é a culpa: do Legislativo, do Executivo, ou nossa?

Fiquei dias pensando em como eu poderia participar dos Debates propostos pelo blog Faça a sua Parte. Não conseguia chegar a nada que fosse à altura de pessoas tão conhecedoras e engajadas .

Então, me lembrei de um texto que escrevi no início do ano, falando justamente em como fiz para começar e como eu faço a parte. E o texto falava justamente sobre isso: Cada um fazer a sua parte já uma grande colaboração para um mundo melhor.

Sendo assim, caímos num dos temas propostos pelo Faça:
JUNHO-01 e 02: De quem é a culpa: do Legislativo, do Executivo, ou nossa?

É nossa.
Nós colocamos os políticos lá. Enquanto não puxarmos s responsabilidades para nós, nada mudará porque sempre é mais fácil colocar a culpa no outro.

Contudo, há que se considerar que tem muita coisa difícil de mudar. Muita coisa mesmo. Então , o que me fez muito bem, o que me fez sair da inércia foi começar fazendo a MINHA parte. E como já contei por aqui, mudei de casa, me uni a amigos que comungam das minhas idéias, dentre eles, os amigos deste e outros blogs, comecei a fazer coleta seletiva do lixo da minha casa, plantei mais árvores, me dediquei a dar mais tempo e atenção descompromissada para meus filhos, tiro–os da frente da TV sempre que possível, compro menos coisas para eles, para nós e para a casa e tento me ater n'aquilo que realmente preciso. Não é fácil.

Tento gastar menos, tento poupar recursos, uso sacolas retornáveis em vez das plásticas que tanto poluem, tento diminuir meu lixo e aproveitar mais os alimentos, uso menos remédios, dou mais amor, saio menos de carro, caminho mais, ando de bicicleta e cuido mais de mim mesma.E depois que não me preocupei mais em pensar por onde começar e fiz a minha parte pessoal, diferente naquilo que tenho poder para fazer, outros caminhos foram se abrindo porque a gente acaba se aproximando dos nossos semelhantes (ao contrário do que se prega, os semelhantes é que se atraem). E aí, mais e mais informação e possibilidades vão aparecendo e mais pessoas a nossa volta nos contaminam e são contaminadas por esses ventos de mudanças.

Comecei minha mini-horta, não jogo pó de café no lixo, faço doces com cascas de algumas frutas, escolho as embalagens o que é menos poluente, quando isso é possível. E com tudo isso, fui brindada com um presente dos meus sogros: uma sacola retornável. Minha terceira bolsa! Saber que meus sogros têm essa visão de nossa casa, de nossa família, foi maravilhoso. Até porque, eles também compraram uma bolsa para usarem em sua casa. Boas coisas se espalhando, contagiando ao nosso redor!

E o blog Faça a sua Parte me ajudou muito porque a partir da blogagem coletiva do Dia da Terra, ano passado, pois passei a estabelecer metas ambientais pessoais para o decorrer do ano. E isso me ajudou muito a concretizar o que antes era apenas desejo.

E é isso que tenho para oferecer neste momento. Não é muita coisa e ao mesmo tempo é muita coisa. E poso atestar: não é fácil mudar velhos hábitos. Mas é totalmente possível e mais rápido do que imaginamos.

Se você ainda tem essa pergunta consigo, taí a resposta, aproveite para começar !
Façamos a nossa Parte.
Estabeleça metas.
Escolhamos melhor nossos políticos.
Cobremos.
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Grande idéias

Eles são os maiores comedores de ceral do mundo? São.

Eles são os maiores poluidores do mundo? Quase.

Eles são os maiores consumidores do mundo, no geral? São.

Mas eles também tem boas e grandes idéias, olha aqui embaixo, e ninguém pode negar.



_______________________________________________________________________ Cristiane A. Fetter

sábado, 5 de abril de 2008

Casa de Parto de Juiz de Fora ainda precisa de ajuda!

Lembram que nós escrevemos um post pedindo ajuda para salvar a Casa de Parto de Juiz de Fora?



Pois é ... precisamos que mandem e-mails pois:


REITOR DA UFJF FECHA MÊS DA MULHER SEM DEFINIÇÃO PARA
CASA DE PARTO


Após 7 meses, o atual reitor da UFJF, Henrique Duque, continua proibindo a realização de partos humanizados que durante 5 anos foram assistidos sem nenhum problema naquela que é a terceira Casa de Parto aberta pelo Ministério da Saúde no Brasil. Para que as mulheres possam ter seu direito de escolha novamente respeitado, participe do nosso ato.
Dia 07 de abril às 15h, em frente à Câmara Municipal de Juiz de Fora. Leve seus filhos!

Presença do Ministério da Saúde e de diversas autoridades nacionais, estaduais e municipais.
Esperamos que o Reitor compareça.
Envie e-mail de apoio à Casa de Parto em seu nome ou em nome de sua entidade para:
gabinete@planalto.gov.br
jose.temporao@saude.gov.br
adson.franca@saude.gov.br
flaviocheker@camarajf.mg.gov.br
gabinete.reitoria@ufjf.edu.br
ses@saude.mg.gov.br
spmulheres@spmulheres.gov.br
gabinetedoministro@mec.gov.br
luis.massonetto@mec.gov.br
sssda.secretario@pjf.mg.gov.br
Com cópia para
mailto:producao@tvpanorama.com.brmarise@tribunademinas.com.br producao@tvpanorama.com.br producao-jf@alterosa.com.br
silvia.carvalho@jornalpanoramajf.com.br
FRENTE DE APOIO À CASA DE PARTO DE JUIZ DE FORA
ABENFO - Associação Brasileira de Enfermagem e Obstetrícia
Aliança pela Infância
Amigas do Parto
Amigas do Peito
Amigos da Casa de Parto de Juiz de Fora
Associação de Professores do Ensino Superior – APES/JF
Associação Nacional de Doulas - ANDO
Bem Nascer
BH pelo Parto Normal
COFEN – Conselho Federal de Enfermagem
Comitê Municipal de Prevenção de Morte Materna
Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente –CMDCA
COREN / MG–Conselho Regional de Enfermagem - MG
Instituto de Yoga e Terapias Aurora
Parto do Princípio – Mulheres em Rede pelo Parto Ativo
Pastoral da Criança
Rede Pela Humanização do Parto e Nascimento –ReHuNa
_________________________________________________________________________________ Silvia Schiros

quinta-feira, 20 de março de 2008

Luís Flávio, Ajude a salvar esta vida.

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. Pessoal, estou aqui desta vez para fazer uma solicitação a todos aqueles que estiverem dispostos a ajudar nesta busca, ou simplesmente realizar um ato de doação. Estou postando aqui também já que a Ana Cláudia assim o permitiu possibilitando então uma maior divulgação deste pedido.

Eu conheci o blog da Paola Oliveira, que é enfermeira e conhece o caso que vou relatar aqui, pois a mesma deixou um comentário para mim em um post sobre doação de medula que eu coloquei aqui. Nele, ela solicitava o apoio na divulgação de seu blog, blog esse onde ela iniciou uma luta para ajudar um menino que tem Leucemia Mielóide e precisa de uma transfusão de medula. Ele faz quimioterapia desde fevereiro de 2007, quando a doença foi descoberta.

Os pais seriam os melhores e possíveis doares da medula para ele, só que existe um se não. O Luis Flávio foi adotado por um casal em Salvador, já que ele foi abandonado com vinte e um dias de vida. Ele foi encontrado por um bigilante na carroceria de um carro no bairro da Pituba, enrolado em um lençou e ainda com o cordão umbilical.

Ele tem 90% de chance de cura, caso este transplante seja realizado, mas para isso é preciso encontrar os seu pais biológicos. Todos que o conhecem e a seus pais torcem para que isto aconteça. Os pais adotivos do Luis Flávio deixam claro que caso a mãe apareça ela não corre o risco de ser presa, pois não existe flagante e nunca foi instaurado nenhum inquérito policial.

Estou então convocando meu grandes amigos desta terra tão iluminada que é a Bahia e também os de qualquer outro estado deste brazilzão, vamos mobilizar todos que conhecemos para nos candidatar-mos à doação de medula. Pode ser que não consigamos ajudar ao Luis Flávio agora, mas poderá aparecer outro receptor em qualquer lugar do mundo. Vamos divulgar esta informação para o maior número de pessoas, quem sabe não consigamos chegar até esta mãe?

O mais importante é que nao dói e o único tempo que você vai perder é o de retirar o sangue para exames e caso seja compatível com alguém o tempo para retirar a medula.

Pense assim, PODERIA SER VOCÊ A PRECISAR. Vamos lá gente, me ajudem a disseminar isso.

Quem tiver alguma informação sobre os pais biológicos de Luiz Flávio, deve enviar mensagem para o portal da REDE BAHIA, ou informações aqui para o Mais Você, pelo site ou pelo telefone: (11) 3236-0630.

Clique AQUI e veja o vídeo de uma entrevista no Mais Você

Informações para se cadastrar no banco de medula óssea na Bahia, clique AQUI, ou então no site do INCA - Instituto Nacional do Cancer.

Obs.: a primeira foto a direita é a da Paola Oliveria e a segunda a esquerda é a foto mais recente do Luís Flávio.

Blog da Paola Oliveira - Luís Flávio o início de uma luta
__________________________________________________________________________________ Cristiane A. Fetter

quarta-feira, 5 de março de 2008

SEMPRE FOI ASSIM!

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Falei aqui, recentemente, sobre a praga da burocracia. Outra praga, prima-irmã desta, é a PASSIVIDADE DIANTE DAS COISAS, ou o que eu chamo de "Sempre foi Assim". Esta praga permeia todos os setores da atividade humana, desde dentro de nossas casas até a vida profissional. Tanto quanto na burocracia, a gente também não costuma se dar conta de que está, de alguma forma, preso nesta armadilha.

Raríssimas (e especialíssimas) são as pessoas que, ao assumir um emprego, um cargo ou uma função nova, questionam e procuram saber a origem e o porque dos procedimentos inerentes. Alguns até procuram melhorar, otimizar, mas pouquíssimos mesmo questionam se aquilo é "realmente necessário" e por quê! É assim por que é assim! Sempre foi assim! Tem que ser assim! Isso é tão parecido com burocracia que às vezes se confunde com ela.

Querem um exemplo (não sei prá que eu pergunto, eu vou dar mesmo!)? Quando eu assumi a responsabilidade sobre o setor de estágios da escola onde trabalho (uma escola técnica federal, hoje um cefet), encontrei uma situação com a qual não concordava. O estudante, para fazer jus ao diploma de técnico deveria realizar um "estágio" de "x" horas e apresentar à escola um relatório. A aceitação ou não deste relatório (segundo critérios pré-estabelecidos) era a única condição para a diplomação.

Minha discordância vinha do fato de que a confecção do relatório (óbvia e compreensivelmente repetitivo para estágios nos mesmos locais) acrescentava muito pouco à instituição. Na minha visão, o "relato" das atividades profissionais deveria servir como fator de retro-alimentação curricular e programática. Por isso, com a autorização da direção criei um procedimento chamado "Seminário de Avaliação de Estágio". Algo semelhante (guardadas as devidas proporções) a uma "defesa de tese" onde o estudante discorria sobre as atividades realizadas no estágio perante um grupo (professores, orientadores pedagógicos, colegas etc.).

O objetivo principal deste procedimento não era "aprovar" ou "reprovar", embora isso até fosse possível, mas sim uma forma simples, direta e pragmática de criar um fluxo de informações "fresquinhas" sobre as novidades e tendências do "mercado de trabalho". Para que a participação no "Seminário" não se tornasse um estorvo para aqueles estudantes que já estavam engajados no mercado (por exemplo: um aluno que tenha sido contratado pela empresa que lhe deu estágio e, para isso, necessite, imediatamente, do diploma. Não podendo "aguardar" até o próximo seminário), eu, pura e simplesmente o DISPENSAVA desta BUROCRACIA e, considerando que o mercado o absorveu, entendia como "cumprida" a missão da escola e o encaminhava diretamente à DIPLOMAÇÃO. Simples assim!

Pois bem, minha "criação" agradou tanto que virou procedimento padrão em praticamente todas as Escolas Técnicas do País! Se me orgulho disso, claro! Mas vejam essa. Recentemente (já tendo me desligado da função há décadas) fui procurado por um formando que, desesperado, precisava do diploma para uma contratação que envolvia uma viagem imediata para outro estado da federação. No Setor de Estágios informaram-lhe que deveria participar do tal Seminário dali a SEIS meses! Mesmo afastado há tempos da função, procurei a colega que agora ocupava a chefia e relatei-lhe o fato. Como resposta ele me informou que nada podia ser feito pois o procedimento era esse mesmo, em TODA A REDE. SEMPRE FOI ASSIM.

Pacientemente eu lhe expliquei a origem dessa "história", revelando que havia sido eu o criador e que, portanto, não havia nenhum impedimento legal para a "dispensa" do rapaz para que ele seguisse seu caminho profissional (afinal não é esse o objetivo maior? não é para isso que estamos aqui?). Ela olhou-me entre desconfiada e perplexa e não me deu resposta. Ficou de pensar...Tempos depois (seis meses), para minha tristeza, encontrei o aluno. Ele estava lá para "cumprir" o Seminário. Perdera o emprego!
_________________________________________________________________________________
Ivo Fontan

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Lei do Retorno

Em um belo e frio fim de tarde de um domingo outonal, estava eu chateada com não ter nada para fazer, quando me deparei com um comercial de uma seguradora americana. Ele dizia que todos temos uma responsabilidade com os outros. Era um comercial para vender seguros, mas o tema é muito interessante.

Faça o bem sem olhar a quem ou O que desejares para mim que venha em dobro para você, são duas frases "populares" que seu sempre ouvi enquanto crescia. Acredito muito na lei do retorno. Se você faz uma gentileza, ela volta, se você faz uma grosseria, ELA VOLTA!.

Temos responsabilidade sim com outros humanos que vivem ao nosso redor. Discutimos muito hoje em dia em como trabalhar para diminuir a poluição em nosso planeta. Também temos que trabalhar nossa consciência coletiva. Vivemos em comunidade e não adianta, precisamos de outras pessas que precisam da gente.

Se eu sempre faço algo em prol da comunidade em que vivo, outros terão um exemplo para também fazer a mesma coisa. Mesmo que isso seja um simples abrir de porta para uma pessoa que está carregando bolsas e está com as mãos ocupadas.

Sempre procurei fazer isso no meu dia-a-dia. E vou contar uma coisa que eu sempre fazia quando saía para o trabalho (quando ainda morava na zona sul do Rio de Janeiro onde o tráfego é muito alto nos horários de rush). Quando eu chegava à saída do prédio com meu carro, ficava aguardando que alguém me desse a oportunidade de passar para a rua, então logo a seguir eu fazia a mesma gentileza com outra pessoa que precisava de espaço. Aí vem a lei do retorno. Gentileza gera gentileza. Aí está a nossa responsabilidade.

Ajudar alguém que carrega peso, abrir uma porta, dar uma carona para um vizinho, ceder seu lugar no ônibus, não varrer sua sujeira para a calçada do vizinho, não deixar o som alto ao ponto de atrapalhar o bebê que está dormindo do outro lado da parede, pregar um botão para o irmão que está sem tempo para isso, pesquisar na internet um tema para sua mãe que não entende como fazer, e por aí vai.

É como se fosse uma daquelas correntes enviadas por e-mail, você recebe e passa para mais 10 pessoas. E funciona.

E nossa responsabilidade fazer com que o ambiente em que vivemos seja muito mais agradável, por isso é tão interessante ver as pequenas cidades brasileiras, onde todo mundo conhece todo mundo e ajuda todo mundo. Alguns vão dizer que em grandes cidades isto não é fácil, ok eu concordo que não é possível fazer isso, mas é possível fazer no condomínio, na sua rua, no seu trabalho, na sua escola, não é impossível.

Sempre me taxaram de chata por querer ser correta e não querer "embrutecer" por qualquer coisa, mas eu acho que devemos sempre tentar um acordo para qualquer situação antes de tomar decisões mais radicais e principalmente dar o exemplo as gerações que estão vindo.
Isto é nossa responsabilidade.

De acordo?

Depois encontrei um video no youtube que fala exatamente do exemplo que damos as crianças. Olha aqui



_________________________________________________________________________________ Cristiane A. Fetter

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

TAPA NA ELITE

O filme TROPA DE ELITE é uma tapa na cara da gente. Um tapa na cara de todo mundo. Um sacode geral. Um acorda! O filme é violento e mostra a realidade nua e crua da violência no Rio de Janeiro. Ninguém concorda com o que retrata o filme. Mas a verdade é aquela. De qualquer forma, o efeito do tapa já passou e pouco se fala do filme. A comoção já passou.

Não acho que o BOPE seja “aquilo tudo” que mostra no filme, mas tenho certeza que a Polícia Militar é aquilo: baixo, pequeno e danoso à nossa sociedade que o filme mostra. Embora a polícia seja a "ponta" mais fraca da corda, embora exista policial sério e honesto. A maioria é aquilo ali. O Policial é vítima e algoz.
E mostra o mais importante: que é a "elite" da classe média que sustenta e mantém essa violência e o governo patrocina. É o consumidor de droga que financia e mata. É o governo quem deixa entrar e ficar.

Não sei se a legalização das drogas resolveria o problema, mas que daria um fim rápido à tudo isso, daria. Claro, que isso não é solução porque assim como o tráfico veio substituir os bicheiros, alguma atrocidade vai substituir o tráfico.
Mas até que isso tome força de novo, teremos um tempo para respirar e quem sabe, nos preparar para não deixar que isso aconteça de novo (utopia, eu sei...).

Cerveja não é droga, cigarro não é droga? E são permitidos e estão por aí, acabando com a vida de muitos jovens, levando muitos a morrer prematuramente e dizimando famílias. Mas só bebe e fuma quem quer. Não há tráfico, não há violência que seja sustentada pelo consumo dos mesmos. Há contrabando e falsificação, uso abusivo de propaganda e mídia, mas isso é outra história.

Outra coisa que muito me intriga é o que os militares ficam fazendo que não estão de plantão nas fronteiras e aeroportos coibindo a entrada de droga ilegal no país?

O que falta para o governo usar essa "inteligência" sub-utilizada?
A gente ainda não está em guerra com o tráfico de drogas?
Vai lá ver o filme para ver se aquilo não é guerra? Pode ser civil, mas é guerra.
O Brasil manda militares para outros países como o Haiti e nós estamos aqui, abandonados pelo nosso governo.

E outra coisa que me veio á cabeça outro dia: apesar da justiça ser lenta, ineficaz e medíocre, que tal se os usuários tivessem as mesmas penas que os traficantes? Usuário, atualmente, diante da realidade, deveria ser tratado como criminoso, pois é isso que ele é. E isso inclui todo mundo que dá uma inocente cheirada no seu baseadinho ilegal comprado do tráfico!

Sei lá, gente...a gente sai do filme elétrico e desanimado, porque tá difícil acabar com aquilo tudo. A corrupção está em todos os níveis de nossa sociedade e eu, pelo menos, não vejo solução diante de tanta impunidade, falta de vergonha, ambição e falta de caráter que reinam em todas as esferas. Nota Zero para o Brasil, nota dez para o cinema nacional. O filme é muito bom, infelizmente.

A gente se tranca em casa, anda nos nossos carros com ar-condicionado, coloca os filhos em escolas particulares, compra videos games ou não se preocupa com o que eles estão fazendo numa Lan House.
E senta na frente da televisão num dia de domingo...
achando que com a gente nunca vai acontecer nada.

Até que um dia, acontece.




Foto: capa do livro no qual o filme se baseia


__________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

NOSSAS AÇÕES, NOVAS NOTÍCIAS - Parque Marapendi

Amigos,

Desde que publicamos o post sobre ao abandono em que se encontrava o Parque Marapendi no Recreio do Bandeirantes - RJ , começamos uma mobilização através do Portal do Voluntário.

Decidi ir ao parque pessoalmente (03/10/07) e qual não foi a minha surpresa: o Parque está totalmente limpo.

Fiquei muito surpresa mesmo.

Fotografei tudo. Veja mais fotos no link abaixo.
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/03/passeando-com-as-crianas-parque.html

__________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa