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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Pessoas que fazem diferença no mundo

Um belo caso de inovação social



Howard Weinstein é um empreendedor social realmente inovador. Howard é canadense, criou uma empresa de aparelhos auditivos em Botsuana e está reproduzindo o negócio no Brasil. O aparelho criado por ele custa bem menos que os modelos disponíveis no mercado, tem baterias recarregáveis a energia solar e é fabricado, em algumas etapas, por deficientes auditivos. O modelo deu certo em Botsuana e ganhou notoriedade internacional. Já rendeu ao empreendedor um prêmio humanitário da Academia Americana de Audiologia, em maio deste ano.


(Fonte: http://www.empresaverde.globolog.com.br/)

Leia a reportagem da Revista Época aqui).

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Tinha tudo para ser uma infeliz

Oprah Winfrey é uma mulher muito conhecida e admirada. É apresentadora de televisão norte-americana, vencedora de múltiplos Prêmios Emmy pelo seu programa The Oprah Winfrey Show, o talk show com maior audiência da história da televisão norte-americana. Ela é o exemplo perfeito de mulher da nossa época, multi-funcional, sendo também uma influente crítica de livros, uma atriz indicada para um Óscar pelo filme A Cor Púrpura, e editora da revista The Oprah Magazine.

Mas Oprah Gail Winfrey tinha tudo para ser uma infeliz. A mãe, de 18 anos, engravidara casualmente e tão logo se recuperou do parto, a jovem abandonou a bebê na porta da casa do amante e sumiu. Aos 3 anos, precoce, recitava versinhos na igreja e aprendeu a ler sozinha (em alguns lugares informa que foi com a ajuda da avó). Mas apesar de esperta e comunicativa, foi rejeitada por ser obesa e ter uma inteligência acima da média.

Excluída, sem mãe nem pai e sem brinquedos nem amigos, ela tinha tudo para ser uma traumatizada. Mas buscou alento nos livros e nos estudos da Bíblia. Farta do jardim de infância, escreveu uma carta pedindo à professora para pular aquela etapa porque "não se sentia à vontade com as colegas da sua idade"."Sou o que sou porque me agarrei aos estudos", diz. a dama da TV muito conhecida e admirada, só usou os primeiros sapatos aos 6 anos e com apenas 9 anos, a estrela foi estuprada pelo primo, que passou a molestá-la a partir dali.

Aos 14 anos, grávida mas cheia de esperança, resolveu mudar o rumo de sua vida. Abraçou os estudos e ganhou uma bolsa num colégio particular frequentado por jovens brancos e ricos. Tornou-se popular pelas notas, a simpatia e a determinação. Nessa época, venceu um concurso cujo prêmio era visitar uma rádio local. Lá, os directores encantaram-se com a voz dela e abriram-lhe o caminho da fama.

De acordo com a revista Forbes, Oprah foi eleita por três anos seguidos a mulher negra mais rica do século XX e a negra mais filantrópica de todos os tempos. The Oprah Winfrey Show é o talk show com maior audiência da história da televisão norte-americana. Oprah ganha cerca de 50 milhões de dolares por mês e sua fortuna é estimada em mais de mais de US$2.5 bilhão .

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Eu não sei se tudo isso aí é verdade. Recebi uma parte por e-mail, meu interesse foi despertado porque eu já falei dela algumas vezes aqui. Dei uma buscar em seu nome e tirando a Desciclopédia que disse que ela é filha de Taís Araujo com Lázaro Ramos (rs), não encontrei nada de comprometedor a seu respeito. Portanto, se uma parte disso tudo for verídica, ela já está de parabéns e serve como um grande exemplo para muitos. Sou fã dela desde que vi pela primeira vez, no filme A Cor Púrpura aos 17 anos de idade numa madrugada insone que se prolongou até o amanhecer já que o filme tem quase 3 horas de duração. Tomara que seja, porque seria muito bom ter uma pessoa tão rica que faça genuinamente o bem a outras pessoas.
Eu acredito que todos nós somos capazes de fazer qualquer coisa e conseguir qualquer coisa. Mas existem situações particularmente mais difíceis e realizações tão "megas" que chego a acreditar que determinados destinos são pré-determinados por alguma missão que vai além da nossa vã compreensão. Nestes casos, realizar depende de outros fatores além da força de vontade. Mas é sempre bom ver e ter exemplos de superação e de pessoas que conseguem tudo a partir de nada, ou quase nada.

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Dia do Professor e superação: tudo é possível

Hoje, comemoramos o Dia do Professor e como ando inspirada por histórias de superação e acredito que todas elas são uma profunda inspiração para todos nós, segue uma linda história de uma professora surda.

De fato, todos podem tudo quando querem.

Parabéns aos professores que exercem sua vocação com profissionalismo, competência, dedicação e amor. E muito obrigada.

Se não conseguiu ver o vídeo, clique aqui: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM896133-7823-PROFESSORA+DA+LICAO+DE+VIDA+E+CONQUISTA+A+ADMIRACAO+DOS+ALUNOS,00.html

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Você pode

Para começar a semana e que ninguém duvide do que cada um de nós pode fazer.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Pensamentos que nos fazem pensar...

«Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,temos de começar pelas crianças.»

- Gandhi

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Belo exemplo a ser seguido !

Fico emocionada com campanhas assim, abaixo os médicos cesaristas e suas cesáreas eletivas ! Parabéns Fernanda! Não há palavras para definir o quão importante foi sua atitude e o tapa na cara de quem fala que parto de gêmeos tem que ser cesárea! Que seu exemplo seja seguido por outras famosas que possam servir de estímulo para os partos normais após cesárea, para os partos normais com circulares de cordão, para os partos domiciliares, enfim, para os partos normais! Normal é parto normal!



E tem mais: Pai não é visita, tem direito a acompanhar o parto.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Belo exemplo a ser seguido !

Colin Farrell bate em carro e deixa bilhete de desculpas
Ator bate em carro parado e deixa um bilhete com pedido de desculpas e número de telefone
Quem Online

Colin Farrell deixa bilhete após bater em carro, em HollywoodO ator Colin Farrell dá exemplo de como ser civilizado. Ele bateu na traseira de um carro estacionado próximo ao hotel Chateau Marmont, em Hollywood. Como o dono do veículo não estava, em vez de ir embora e fazer de conta que nada tinha acontecido, o ator deixou um bilhete com pedidos de desculpas e o número de seu telefone. O site americano "TMZ" divulgou uma foto do carro e do bilhete escrito pelo ator. Na nota Farrell diz que tem más notícias, pede desculpas e afirma que seu seguro cobrirá o estrago. O número do celular vem logo abaixo com a assinatura do ator.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Pessoas que fazem diferença no mundo

Nicholas Winton jamais teve uma surpresa tão grande quanto a que estaria por vir. Durante o terror vivido na Alemanha nazista, ele salvou a vida de 669 crianças. Mas perdeu totalmente o contato com elas. As crianças viraram adultos. O dia do reencontro chegou. A história de Winton é feita de lances incríveis. Discreto, jamais quis ser visto como herói: preferiu guardar em segredo o bem que fez. Não disse nem à mulher que tinha salvado a vida de tantas crianças. Ao arrumar o sótão de casa, a esposa descobriu, por acaso, um velho álbum, coberto de poeira. Lá estavam fotos de crianças, cartas e telegramas e uma lista com nomes e datas. Quando procurou saber, a mulher de Winton descobriu que aquelas eram crianças que tinham sido salvas por ele. O que teria acontecido com essas crianças? O bem que Winton fez rendeu frutos. O futuro transformou aquelas crianças em escritoras, cineastas, engenheiros, guias turísticos, jornalistas, biólogos, políticos, enfermeiros, editores, professores... A lista é enorme.

Férias na Thecoslováquia
Quanto tinha apenas 29 anos, Winton viajou para a Thecoslováquia em companhia de um amigo nas férias de fim de ano. Lá, ficou impressionado com o clima de medo: a Thecoslováquia já estava sob o domínio da Alemanha Nazista. Winton teve uma idéia: tentar mandar para fora da Tchecoslováquia crianças de famílias perseguidas. Começou a escrever por conta própria para vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes. Somente a Inglaterra e a Suécia aceitaram receber aquelas crianças. Winton organizou a viagem. Era uma decisão difícil: para escapar do horror nazista, as crianças teriam de ser mandadas para longe dos pais. O embarque das crianças nos trens que as levariam para longe teve momentos de emoção. Uma mãe chegou a subir no trem para pegar a filha de volta. Mas mudou novamente de idéia e terminou deixando que ela embarcasse. “Nunca me esqueci da angústia que pude ver no rosto dos meus pais”, diz uma das mulheres que foram resgatadas.

Despedida
As crianças que partiram para um lugar seguro, a Inglaterra, não sabiam, mas jamais veriam os pais de novo. A maioria dos pais morreria nos campos de concentração nazistas. “Nós ouvíamos falar sobre a possibilidade de que nossos pais tivessem sido enviados para os campos, mas alimentávamos a ilusão de que talvez eles tivessem escapado”, diz uma sobrevivente. “Eu entendi que não veria os meus pais de novo, é difícil falar, desculpe. Sempre acreditei que a família é o que existe de mais importante”, confessa um homem, que um dia foi uma das crianças salvas por Winton. “Guardo a carta que meus pais me mandaram dias antes de serem enviados para um campo”, diz. Se é verdade que quem salva uma vida salva a humanidade, o que dizer de quem salva 669 vidas? Quando desembarcaram na Inglaterra, lá estava Nicholas Winton esperando por elas. Uma imagem rara registra o herói na plataforma de desembarque com uma das crianças. Winton só lamenta que o último trem, que traria 250 crianças, não tenha conseguido sair da Tchecosváquia: o início da guerra, no dia 1º de setembro de 1939, tornou a viagem impossível. Nenhuma das crianças que não conseguiram embarcar sobreviveu. Também foram mandadas para os campos de extermínio. Winton se alistou na força aérea. As crianças que tiveram tempo de embarcar para a Inglaterra na caravana organizada por Winton foram encaminhadas para casas de família e abrigos.

Retribuição
Winton nunca falou sobre o que tinha feito. Espalhadas por vários países, as crianças cresceram sem ter notícias do bem feitor. As crianças se tornaram adultos generosos. “Para expressar a gratidão pelo que aconteceu comigo, tento ajudar os outros”, diz outro sobrevivente. “Adotei três crianças”, completa um homem. “Hoje, trabalho dois dias por semana como voluntário num hospital infantil”, revela um engenheiro. “Uma das melhores características do ser humano é a decência. Nicholas é uma dos seres humanos mais decentes que conheci”, diz o jornalista salvo por Winton. Desde que a história de Winton se tornou pública, ele começou a receber todo tipo de homenagens. A rainha da Inglaterra chamou-o ao palácio para entregar uma condecoração. O governo da Tchecoslováquia fez uma grande homenagem. O presidente dos Estados Unidos mandou uma carta de elogios e agradecimentos. Mas o agradecimento mais comovente veio daqueles que Winton um dia salvou da morte certa. Um programa de TV inglês encheu o auditório de sobreviventes que foram salvos por ele quando eram crianças, mas nunca o tinham encontrado. Primeiro, a apresentadora do programa avisou a Winton que a mulher sentada ao lado tinha sido uma das crianças que ele salvou. A apresentadora pede: “Quem, na platéia, teve a vida salva por Nicholas Winton, fique de pé, por favor...” O agradecimento vem em forma de aplausos demorados e lágrimas. Tanto tempo depois, só havia uma palavra a dizer a ele: “obrigado”.

Fazer o bem
O que é que o herói discreto tem a dizer sobre o que fez? Aos 98 anos de idade, Nicholas Winton gosta mesmo é de ficar em casa, longe da agitação das grandes cidades, no interior da Inglaterra. Tudo o que quer é cuidar do jardim. Usa o tempo livre para ajudar um asilo. Por que o senhor guardou segredo? Nicholas Winton: Não é que eu tenha ficado em silêncio. O que aconteceu é que eu não tinha o que dizer sobre o que fiz. O senhor se considera um herói? Winton: Não me vejo como um herói. Para ser herói, alguém precisa fazer algo de perigoso. Não fiz. O que fiz foi algo que os outros achavam impossível. Mas eu tinha de tentar, para ver se era possível ou não. Mas fazer algo que todo mundo achava impossível não é um gesto heróico? Winton: Não é um ato heróico. Meu lema é: se algo não é obviamente impossível, então deve haver uma maneira de fazer. Qual foi a lição que o senhor tirou de tudo o que viveu? Winton: Aprendi que nossa vida não é o que a gente espera. Todas as coisas importantes acontecem por acaso. Aconteceu de eu estar na Tchecoslováquia na hora certa. Tive a idéia certa de resgatar as crianças quando todo mundo achava que nem valeria a pena tentar. Com que freqüência o senhor pensa nas crianças que não conseguiram escapar? Winton: Sempre penso nelas, porque poucas horas fizeram a diferença entre iniciar uma vida nova ou serem mortas. Não se ouviu falar daquelas crianças. Se tivesse a chance de se dirigir agora aos que o senhor salvou, o que é que o senhor diria? O senhor acha que fez o mundo um lugar melhor? Winton: É preciso mais do que um Nicholas Winton para fazer do mundo um lugar melhor. Mas tudo é uma questão é uma visão. Quase todas as crianças que salvei estão envolvidas hoje em trabalhos de caridade. Estão fazendo o bem. O importante não é chegar em casa de noite e dizer, passivamente: “Hoje, eu não fiz nada de mal”. O importante é chegar em casa e dizer: “Eu hoje fiz o bem.

Atualmente circula na República Tcheca um abaixo-assinado pedindo que Nicholas Winton receba o prêmio Nobel da Paz.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL237574-5602,00.html
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM768987-7823-N-A+HISTORIA+DO+HOMEM+QUE+SALVOU+CRIANCAS+DA+MORTE,00.html

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

GREEN CARD

Está acontecendo um movimento de retorno de brasileiros em condição ilegal ou irregurlar, nos Estados Unidos. Como o governo americano não aprovou a lei que legalizava estes imigrantes (e de outros países também) esses brasileiros ficaram com medo e decidiram retornar.

Muitos sonhos foram desfeitos e outros finalmente sairam do campo das idéias.

É uma situação meio confusa. Mesmo sendo ilegais estes imigrantes tem direitos. Conseguem comprar imóveis, carros, tem filhos (que recebem a cidadania americana) os colocam em colégios públicos e tem acesso a saúde gratuita, mas nunca se sentem tranquilos pois sabem que a qualquer momento o Serviço de Imigração Americano pode encontrá-los e deportá-los. Eles não tem carteira de motorista, conta em banco, cartao de crédito, cartão fidelidade, não fazem crediário, entre outras coisas.

Também não conseguem voltar ao Brasil, aliás até podem, mas não entrarão de novo nos Estados Unidos, pois possivelmente seus vistos serão cassados.

Na maioria das vezes trabalham muito, para fazer dinheiro e enviar para o Brasil, e mesmo tendo curso superior vem para cá realizar tarefas que no seu país de origem talvez não o fizessem. São faxineiras, babás, pedreiros, pintores, limpadores de jardim, motoristas de caminhão, entregadores de mercadoria, etc. E muitos, mas muitos tem curso superior e até mesmo mestrado. Uma pequena parcela já vem para cá com trabalho garantido, como é o nosso caso, já que a empresa que meu marido trabalha o transferiu para cá.

O motivo de saírem de seu país de origem é sempre o mesmo. No Brasil é alegada a falta de oportunidade financeira e profissional, insegurança, falta de esperança no futuro.

Fico imaginando a cabecinha dos filhos destes brasileiros que vieram muito pequenos para cá ou nasceram aqui e agora tem que voltar.

Assisti alguns programas realizados pela Globo Internacional onde eram entrevistados pessoas que estão nesta situação e fiquei espantada com um brasileirinho de 12 anos que está a sete e disse que está dividido com a volta para o Brasil.

Ele disse estar preocupado com seus estudos e as oportunidades profissionais fora dos Estados Unidos.

Ele só tem 12 anos e já pensa nisso!

É difícil conversar com meus compatriotas que estão nesta situação. Se sentem injustiçados. Eu também entendo, já que eles estão realizando trabalhos que os americanos não querem realizar. E se por alguma obra mágica todos os imigrantes ilegais que estão aqui voltassem para seus países os Estados Unidos parariam. Pois são eles que carregam este país nas costas.

Mas eu também entendo que o país não pode ficar parado vendo entrarem tantas pessoas de forma não legal e exigirem tantos direitos e muitas vezes não tendo obrigações.

É muito complexo. Envolve muitas emoções e frustrações.

Mas vale comentar como as vezes se faz de tudo um pouco para conseguir melhorar nosso futuro. Deixa-se a família, os amigos, a lingua, o clima, os códigos sociais a que se está acostumado... a pátria.

Arruma-se forças não se sabe da onde para buscar este futuro melhor.

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Cristiane A. Fetter

sábado, 5 de janeiro de 2008

Bronca no Governador

. "O problema é a falta de equipamento. Os médicos até tentam salvar meu irmão, mas do jeito que está, não conseguem. Nós votamos no senhor, confiamos no senhor, mas não foi para isso, não!" (d. Vera)

Essa foto saiu ontem ou ante-ontem num jornal do Rio. O governador do RJ, Sérgio Cabral visitou, visivelmente constrangido, os hospitais públicos da capital.
E levou bronca da D. Vera que fez civilizadamente seu papel de cidadã.
Ah....precisamos de mais d. Veras!
Palmas também para o governador (porque, não?).
Visitando hospitais depois de eleito, demonstrando constrangimento e ouvindo a bronca, CALADO, e respeitosamente olhando nos olhos da eleitora.
Agora, esperamos as providências.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Pessoas que fazem diferença no mundo


Médicos Sem Fronteiras (ou MSF) é uma organização internacional não-governamental sem fins lucrativos que oferece assistência à saúde, em casos como conflitos armados, catástrofes naturais, epidemias, fome e exclusão social. É a maior organização de ajuda humanitária não governamental do mundo na área da saúde e recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1999 como reconhecimento do seu combate em favor da ingerência humanitária.Atualmente trabalha em mais de 70 países.

domingo, 25 de novembro de 2007

Pessoas que fazem diferença no mundo...



Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi ("Mahatma", do sânscrito "A Grande Alma") liderou mais de 250 milhões de hindus e foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução.

O princípio do satyagraha, freqüentemente traduzido como "o caminho da verdade" ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de ativistas democráticos e anti-racistas, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Frequentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).

Cursou a faculdade de Direito em Londres. Gandhi nunca recebeu o prêmio Nobel da Paz, apesar de ter sido indicado cinco vezes entre 1937 e 1948. Décadas depois, no entanto, o erro foi reconhecido pelo comitê organizador do Nobel. Quando o Dalai Lama Tenzin Gyatso recebeu o prêmio em 1989, o presidente do comitê disse que o prêmio era "em parte um tributo à memória de Mahatma Gandhi".

Ao longo de sua vida, as atividades de Gandhi atraíram todo tipo de comentário e opinião. Winston Churchill chegou a chamá-lo de "faquir marrom". Sobre Gandhi, Albert Einstein disse que as gerações por vir terão dificuldade em acreditar que um homem como este realmente existiu e caminhou sobre a Terra.

Ele viveu de 2 de Outubro de 1869 - Nova Déli, a 30 de Janeiro de 1948) assassinado a tiros, em Nova Déli, por Nathuram Godse, um hindu radical que responsabilizava Gandhi pelo enfraquecimento do novo governo ao insistir no pagamento de certas dívidas ao Paquistão. Godse foi depois julgado, condenado e enforcado, a despeito de que o último pedido de Gandhi ter sido justamente a não-punição de seu assassino.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Pessoas que fazem diferença no mundo

O “Óleo de Lorenzo” é uma história verdadeira, de um menino, Lorenzo Odone, que aos oito anos começou a demonstrar os sintomas de uma rara doença genética e incurável, a adrenoleucodistrofia (ADL).

Quando seus pais (Michaela e e Augusto Odone) foram informados deste terrível diagnóstico de seu filho único, iniciaram uma batalha para entender o “inimigo” invisível que lentamente destruía o cérebro de Lorenzo, deixando-o cego, surdo, paralítico, incapaz de engolir e de se comunicar. Passaram a se dedicar ao estudo dos mecanismos básicos celulares, em livros de cursos de medicina.

O óleo de Lorenzo é uma mistura de dois ácidos graxos insaturados. Ainda enfrentam dificuldades com o FDA, que até hoje não autorizou o uso em humanos. Devido a essas dificuldades, o óleo é hoje produzido por uma companhia inglesa, e o Sr. Odone não recebe nenhuma porcentagem das vendas do produto, apesar de ter sido o seu idealizador.

O reconhecimento dos seus estudos pela comunidade científica e acadêmica resultou no título de Doutor honoris causa por sua imensa contribuição à ciência e à medicina. Hoje Lorenzo está com 28 anos e apesar das suas limitações, consegue se comunicar pelo piscar de olhos e movimento dos dedos. As crianças diagnosticadas com ADL na mesma época que Lorenzo e que não receberam o tratamento do óleo não chegaram à idade adulta. Lorenzo não se curou porque as lesões no sistema nervoso central deixaram seqüelas permanentes mas a doença estacionou. Porém o mais significativo dos fatos foi a prevenção do desenvolvimento dos sintomas nos novos casos diagnosticados.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Pessoas que fazem diferença no mundo

Madre Teresa de Calcutá, Madre Teresa de Calcutá, cujo nome verdadeiro é Agnes Gonxha Bojaxhiu, foi uma missionária católica albanesa, nascida na República da Macedônia e naturalizada indiana.
Considerada a missionária do século XX, concretizou o projeto de apoiar e recuperar os desprotegidos na Índia. Através da sua congregação "Missionárias da Caridade", se dedicou a servir aos mais pobres entre os pobres. Em 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho. Falecida em 5 de setembro de 1997 vítima de uma parada cardíaca, foi beatificada pelo Vaticano em 2003. Tem o seu trabalho missionário continuado através da irmã Nirmala, sua sucessora e de sua Congregação que reúne 3 mil freiras e 400 irmãos, em 87 países, dando apoio aos mais necessitados em cerca de 160 cidades.
Um livro lançado recentemente em homenagem aos 10 anos de sua morte revela , através de cartas escritas por ela mesma, uma missionária cheia de dúvidas e questionamentos.

Leia mais:
http://www.madreteresa.hpgvip.ig.com.br/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Madre_Teresa_de_Calcut%C3%A1
livro com cartas de Madre Tereza :
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL98256-5602,00.html

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

VOCÊ ENTENDEU?

Estava respondendo a um e-mail da Ana Cláudia Bessa e no meio do texto contei um episódio acontecido comigo quando ainda trabalhava na NABISCO hoje Kraft Foods no Rio de Janeiro.

Eu atuava como assistente direta do diretor de grandes contas de supermercados no Brasil, muita responsabilidade, muita ralação, muuuuuuuuuita coisa pra aprender e os anjos foram generosos e me "deram" de presente um chefe que me ensinou coisas muito importantes principalmente profissionalmente e em muitos casos, para usar na minha vida pessoal também.

Este episódio trata de um projeto que eu iria participar e que ele levou horas tentando me explicar o processo de funcionamento, e o tal não entrava na minha cabeça nem por sete samburá de maxixe, e eu claro já estava me achando a criatura mais burra do planeta.
Finalmente ele (já nervoso), olhou para mim e disse:
-Eu não estou conseguindo explicar de uma forma clara, é por isso que você não está entendendo.
Pensou um pouco e começou tudo de novo de outra forma, inclusive com desenhos.

Então finalmente eu entendi e ele falou o seguinte para mim.
-O problema não estava em você não conseguir entender e sim em mim, que já tenho o projeto completo na mente, e não conseguia fazer você entender o que eu visualizava.


Grande mestre, hoje ele é diretor de grandes contas na Nestlè em São Paulo.

Isto me remete também as odiosas aulas de matemática que eu tinha. Claro que como toda criança odiava a matéria. Quando cheguei ao antigo segundo-grau comecei a ter aulas com um professor que passava os exercícios no quadro, gastava 5 minutos explicando, e depois sentava em sua mesa para ler o jornal e exigia que fizéssemos o "dever" até o fim da aula. Claro que esta criatura foi convidada a se retirar do colégio e outro entrou.


Do primeiro eu não lembro o nome, mas do segundo sim. Era Edson e no primeiro dia de aula, depois das apresentações ele falou em alto e bom som. Matemática só tem tamanho e sacanagem! E teve a maior paciência do mundo para explicar a matéria. Nem preciso dizer que depois deste dias eu e meus colegas de turma só tirávamos boas notas.

Carrego até hoje isto comigo em várias "explicações" que dou em minha vida. Claro que como todo ser humano normal eu tenho os meus chiliques, e as vezes não tenho paciência para explicar, mas consigo entender que na maioria das vezes o problema está comigo.
Eu gosto de usar a seguinte frase: muita atividade cerebral para pouco dedo ou neste caso pouca boca. Quando a gente está engajado em um projeto, trabalho, serviço, namoro ou outra coisa qualquer fica meio fora do relacionamento normal com os outros humanos e não conseguimos passar isto com clareza para eles.

Isto aconteceu muito comigo e com a empregada doméstica que eu tinha, uma vez pedi uma série de atividades para ela realizar e saí logo depois, estava com pressa e atrasada. Quando voltei para casa nada do que eu pedi estava feito como eu solicitara. Claro fui em cima da pobre e cobrei, ela me olhou com cara de vazio e disse que não tinha entendido a metade do meu pedido. Que eu tinha falado muito depressa, sem detalhes e tinha ficado toda enrolada.
Coitada a culpa não era dela, eu é que botei o carro adiante dos bois. Sentamos juntas e com calma eu fiz o roteiro do que queria, perguntei se ela tinha entendido e com a resposta sim, tudo foi feito rapidamente. Ahá!

A gente quer logo que todo o mundo entenda o nosso ponto de vista, mas tem pouca paciência para explicar, pouco tato, pouco tempo ou outro pouco qualquer.

Eu sei, eu sei que muitos vão pensar assim: Ah mas tem muita gente que é uma mula, não adianta explicar que não vai entender.
Aí eu digo: Tente invente, faça de uma forma diferente.

Eu sempre faço uma brincadeira com meu marido quando vejo que ele não entendeu algo que eu pedi ou disse: pergunto se ele quer que eu desenhe. É uma brincadeira, mas os homens são muito visuais, enquanto as mulheres são mais, digamos assim, auditivas.

Termino então perguntando: existe gente burra, ou mal ensinada?



__________________________________________________________________________________ Texto de Cristiane A. Fetter

sábado, 11 de agosto de 2007

Pessoas que fazem diferença no Mundo

Em 1988, Chico Mendes, seringueiro e líder sindical, cada vez mais ameaçado e perseguido, continua sua luta com o objetivo de denunciar a ação predatória contra a Floresta Amazônica e as ações violentas dos fazendeiros da região contra os trabalhadores.

E participa da realização de um grande sonho: a implantação das primeiras reservas extrativistas criadas no Estado do Acre e a desapropriação de um seringal.

A partir daí, agravam-se as ameaças de morte, como o próprio Chico chegou a denunciar várias vezes, chegando inclusive a apontar os nomes de seus prováveis assassinos.

“Não quero flores no meu enterro, pois sei que vão arrancá-las da floresta”.

No 3º Congresso Nacional da CUT, ele é eleito suplente da direção nacional da CUT, e volta a denunciar esta situação, que é a mesma: a violência criminosa contra os Povos da Floresta.

Em 22 de dezembro de 1988, Chico Mendes é assassinado na porta de sua casa.

Além de 18 perfurações no braço, ele fora atingido no peito direito por 42 grãos de chumbo de uma espingarda de caça. O autor confesso do disparo, Darci, era filho de Darli Alves da Silva, o fazendeiro mandante do crime.

Para saber mais sobre Chico Mendes:

www.chicomendes.org/

http://www.chicomendes.com.br/

http://portalliteral.terra.com.br/zuenir_ventura/por_ele_mesmo/artigos/02chico_mendes.shtml?porelemesmo


sexta-feira, 13 de julho de 2007

Pessoas que fazem diferença no Mundo

Dorothy Mae Stang ,

conhecida como Irmã Dórote, foi uma freira norte-americana naturalizada brasileira.

Ela estava presente na Amazônia junto aos trabalhadores rurais da Região do Xingu. Sua atividade pastoral e missionária buscava a geração de emprego e renda com projetos de reflorestamento em áreas degradadas, junto aos trabalhadores rurais da área da rodovia Transamazônica. Trabalhava intensamente na tentativa de minimizar os conflitos fundiários, principalmente a grilagem de terras e a extração ilegal de madeira.

Irmã Dorothy recebeu diversas ameaças de morte sem deixar intimidar-se.
Pouco antes de ser assassinada com sete tiros à queima roupa, aos 73 anos de idade, no dia 12 de fevereiro de 2005, declarou:
«Não vou fugir e nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no meio da floresta. Eles têm o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde possam viver e produzir com dignidade sem devastar.»

Saiba mais sobre a vida de Dorothy Stang:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dorothy_Stang
http://www.brasiloeste.com.br/noticia/1702/dorothy-stang
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u105580.shtml
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