Este mês a Sam Shiraishi do blog A Vida como a Vida Quer nos convidou a duas blogagens coletivas de extrema importância: Natal sustentável e consumo consciente. Além disso, a Denise Rangel do blog Faça a Sua Parte me contou por e-mail que o blog está convidando a todos a escrever um post sobre sugestões ecológicas de presentes para concorrer a um livro "Seis Graus" sobre aquecimento global e a importânica de fazermos a nossa parte. Então, já que os três assuntos são "unha e carne", como se diz, vou fazer a três postagens numa só.
Este Natal resolvemos algumas coisas com relação ao comércio ligado à data:
•Eu e o marido não nos daremos presentes
•As crianças não serão incentivadas a escrever cartas ao Papai Noel
•Os presentes das crianças serão educativos de madeira certificada
•Quando for imprescindível presente, daremos um vaso de planta
Por que tomamos essas decisões?
Porque o Natal não é (mas foi transformada em) uma data comercial e estamos nos educando a consumir menos e com mais responsabilidade. Preferimos então, nos presentear em datas mais comerciais como o Dia dos Namorados (e até lá tudo pode mudar...risos). Conseguiremos sobreviver com tranquilidade a um Natal sem presentes comprados por convencionamento comercial.
Quanto ás crianças, eles ainda não estão atentos a este negócio de carta, logo, não sentirão falta de que não conehcem e qualquer presente será benvindo! E aí, uma excelente oportunidade de dar presentes educativos ao invés dos presentes de marketing de péssima qualidade chinesa. Não precisamos nem dizer o motivo de nossa preferência por madeira certificada...
Quanto aos presentes a terceiros, achamos interessante incetivar a ecologia com um presente que com certeza agrada sempre, por isso a escolha de uma vaso com uma planta.
Essas decisões para um Natal Sustentável vem muito de encontro ao consumo consciente. Por isso escolhemos madeira certificada, por isso escolhemos as plantas, por isso escolhemos consumir menos, com mais moderação e responsabilidade, evitar os supérfluos. Comprar melhor ao invés de comprar mais.
O legal disso tudo é que sempre podemos inspirar pessoas através de nossas atitudes. Quando damos uma plantinha, quando mencionamos que os casal não trocou presentes, quando contamos que demos produtos educativos aos invés de ceder aos marketing dos produtos chineses. que nada de bom trazem ao nosso país.
Não é fácil mudar velhor hábitos, mas é possível. Só precisamos começar, mesmo que dando pequenos passos. Toda uma caminhada começa por ele.
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Natal Sustentável e Consumo Consciente : tudo a ver!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Meme da Solidariedade
Sempre rola na blogosfera, os chamados memes. Que são perguntas que você responde ou alguma opinião ou ideia e repassa para outras pessoas/blogs responderem. Sendo assim, os blogueiros Alexandre Inagaki e Guilherme Valadares tiveram a idéia de criar "um meme para ir além da simples trocas de idéias e indicações mas que fosse uma forma de viralizar a solidariedade na rede. "
Santa Catarina.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Blogagem Coletiva do Consumo Consciente
Há dias eu tenho convidado amigos blogueiros para participar de uma blogagem coletiva para levantarmos idéias de boas práticas de consumo e repensarmos nossa inserção na sociedade buscando a sustentabilidade. Dia 9 de dezembro, enquanto eu estava no Projac (no Café.com Gloria) escapei no universo virtual e participei do videochat com Helio Mattar, Diretor Presidente do Instituto Akatu Pelo Consumo Consciente, promovido pela área de Sustentabilidade do Banco Real. Outros amigos estiveram lá também, numa reunião virtual que teve @deniserangel, @nubibella, @carloshotta, @cybelemeyer, @maricarol, @paulasignorini e @guiesam aos quais agradeço a participação e, acima de tudo, regozijo-me por ser testemunha de seu trabalho incessante de conscientização.
Hoje deixo em definitivo o convite para a blogagem coletiva, para pensarmos no quanto o consumo consciente poderia fazer diferença na realidade que vivemos.
Há anos ouvimos falar que o aquecimento global pode afetar de modo radical o clima e, mesmo nos preocupando momentaneamente, continuamos com nossos velhos hábitos de consumo de energia, de desperdício de comida, comprando objetos sem pensar nos impactos disso, saindo com nossos carros mesmo podendo optar por andar a pé ou usar transporte público.
Além celebrar o Natal, durante as festas de final de ano todo mundo gosta de trocar presentes. Que tal começar a levar em consideração não só o preço e a aparência do produto, mas também os aspectos sociais (se a empresa é conhecida por utilizar mão de obra infantil ou por ser injusta com seus funcionários e fornecedores, por exemplo) e ambientais (se a matéria-prima é de origem legal, se o produto é certificado…). Sabemos que ainda há poucas opções de produtos com essas características e que é difícil avaliar um produto com tanta profundidade, mas será que valorizar mais os produtos locais, por exemplo, evitando aqueles trazidos por meio de grandes deslocamentos, já não poderia ser um começo? Será que evitar produtos pirateados já não seria outra idéia para ser colocada em prática? E trocar o carro pelo transporte coletivo? Quando for viável, esse é até um jeito de evitar o stress do estacionamento e do trânsito no Natal.Vamos nos propor a fechar 2008 e começar 2009 mais conscientes dos impactos de nossas escolhas, cientes de que cada pequena ação nossa terá reflexo no todo e que podemos fazer diferença. Quanto mais consumidores agirem assim, mais as empresas terão boas razões para criarem processos e produtos mais sustentáveis.
Participe da blogagem coletiva sobre Consumo Consciente para discutirmos e divulgarmos ações que levem a um cotidiano de consumo sustentável. Você pode usar qualquer um dos selos abaixo para divulgar a blogagem e para contar que é um consumidor consciente. E na semana de 15 a 21 de dezembro compartilhe suas experiências e dicas para começarmos 2009 com novas posturas de consumo em busca de uma vida mais sustentável. (E se você não tem blog, não tem problema, faça seu registro no Aldeia Sutentável ou nos envie seu texto e fotos e postaremos no Radar Verde).
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Blogagem coletiva Natal Sustentável
Este Natal será especial no nosso país. Não é a crise que afeta economia do mundo todo que o faz singular, mas sim uma tragédia de proporções cinematográficas que nós assistimos ao vivo: as enchentes de novembro em Santa Catarina. Além de acompanhar pela mídia tradicional, vimos uma reação na blogosfera que evidencia uma das qualidades mais raras do brasileiro: a solidariedade. É ela que leva caminhões de doações para o sul, que une famílias para hospedar desabrigados, que faz uma taxista lesada pela falta de combustível lembrar que não pode reclamar por perder lucro quando tem gente que perdeu tudo e leva crianças a abrirem mão de economias para ajudar amigos que nem conhecem.
Faço um convite para pensarmos no quanto o consumo consciente poderia fazer diferença na realidade que vivemos. Há anos ouvimos falar que o aquecimento global pode afetar de modo radical o clima e, mesmo nos preocupando momentaneamente, continuamos com nossos velhos hábitos de consumo de energia, de desperdício de comida, comprando desprecupadamente objetos pessoais, saindo com nossos carros mesmo podendo optar por andar a pé ou usar transporte público.
Acredito que, como eu, vocês vão viver um Natal centrados na convivência (que é o ponto alto das celebrações religiosas, do cristianismo, judaísmo, islamismo ou paganismo) nas celebrações de final de ano, sem de fato focar os presentes, mas eles costumam acompanhar as festas. Vamos nos propor a fechar 2008 e começar um 2009 com um "foco sustentável", cientes de que cada pequena ação nossa terá reflexo no todo e que podemos fazer diferença. Que tal começar nas compras de presentes e de produtos para a festa, sendo um consumidor consciente que leva em consideração não só o preço e a aparência do produto, mas também os aspectos sociais (se a empresa é conhecida por utilizar mão de obra infantil ou por ser injusta com seus funcionários e fornecedores, por exemplo) e ambientais (se a matéria-prima é de origem legal, se o produto é certificado...). Além de presentes comprados em lojas de comércio justo, a ceia pode valorizar ingredientes locais, evitando ingredientes trazidos por meio de grandes deslocamentos.
Quanto mais consumidores agirem assim, mais as empresas terão boas razões para criarem processos e produtos mais sustentáveis. Ainda há poucos brasileiros colocando o consumo consciente em prática. Segundo pesquisa "Responsabilidade Social Empresarial – Percepção do Consumidor Brasileiro", realizada entre 2006 e 2007, "o número de brasileiros que sabem que têm o poder de influenciar o comportamento das empresas (75%) se manteve relativamente estável desde 2002 até 2007, porém o consumidor não é ativo na mesma proporção em termos de buscar informações sobre o comportamento das empresas. Atualmente, apenas um em cada três consumidores consultados afirma procurar saber mais sobre o comportamento das empresas. Vamos mudar esta realidade em 2009?
Participe da blogagem coletiva Natal Sustentável para discurtirmos e divulgarmos ações que levem a um cotidiano de consumo sustentável.
Para saber mais:
No site do Instituto Akatu há vários relatos de casos em que os consumidores se uniram para cobrar esse tipo de responsabilidade das empresas (ver "Diálogos do Akatu nº 1" em http://www.akatu.org.br/akatu_acao/publicacoes/reflexoes-sobre-o-consumo-consciente ).
Se tudo isso está acontecendo sem dúvida é porque o consumidor está mudando seu comportamento de compra. Não é pouco, mas está distante do número de pessoas que declara acreditar no poder do consumidor de influenciar as empresas" (leia a notícia completa e faça o download da última pesquisa aqui:
http://www.akatu.org.br/central/noticias_akatu/2008/akatu-e-ethos-divulgam-nova-pesquisa-a-respeito-da-relacao-do-consumidor-com-a-rse ).
Dicas de compras sustentáveis http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_401841.shtml
Hoje é grande o debate em torno do consumo. A sociedade tem buscado sua felicidade nas compras, gerando um consumo desenfreado, o que não é nada saudável nem para as pessoas nem para o planeta. É surpreendente constatar essa afirmação por meio do teste de pegada ecológica, que calcula quantos planetas seriam necessários se todas as pessoas do planeta consumissem como você: http://www.pegadaecologica.org.br/
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Blogagem Coletiva: Outubro Rosa
Únicas blogueiras no evento, fizemos uma mini-cobertura no Twitter (que pode ser lida aqui) e ficamos algumas horas pensando em como divulgar as informações preciosas que recebemos lá da Dra. Maira Caleffi (da Femama) e da jornalista Glória Maria (é, a apresentadora do Fantástico que está num “ano sabático” e se dedica a causas sociais).
De tudo que ouvi, posso resumir em duas frases:
A mulher precisa se conscientizar de que a mama é sua, não é do marido, nem do filho.
Parece óbvio, mas não é. Convencer as mulheres a se tocar, a fazer o auto-exame, foi um longo trabalho de quem trabalha com saúde feminina. Ainda tem muita mulher que vê os próprios seios como atrativo para o homem, inveja para as mulheres ou simplesmente o alimento do filho. Fora destes contextos, é de ninguém. Quando a mastologista falou: a mulher tem que se apoderar de sua mama, fiquei encantada. A frase é perfeita.
O auto-exame é importante, mas é preciso fazer mamografia a partir dos 40 anos - 30 se tiver casos da doença em parentes muito próximos. Dentre as novidades que ouvi ontem, esta é a maior. Mas não estou só. Uma pesquisa do Datafolha levantou o conhecimento das brasileiras sobre o câncer de mama e revelou que mesmo sabendo que o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura, somente 31% das entrevistadas citaram a mamografia como principal forma de diagnóstico.
A alternativa que encontrei para nós que atuamos em mídia social contribuirmos efetivamente foi disponibilizar aqui as informações que recebi e convidar as amigas (e os amigos que forem generosos a ponto de divulgar um assunto feminino nos seus blogs, google reader ou twitters) para escrever também e ajudar na desmistificação da saúde feminina.
Participe, independemente de ser do nosso círculo de amigos ou de simpatizar conosco, divulgue as informações pensando que a cada ano 8 milhões de pessoas em todo planeta recebem diagnóstico de câncer de mama e que uma em cada três mulheres tem, tiveram ou terão algum tipo de câncer em sua vida e, destas, uma em cada dez desenvolverá câncer de mama. Suas informações e a divulgação das novidades sobre o tema podem significar o diagnóstico e o tratamento precoce de uma - ou mais - destas mulheres. Em nosso país 10 mil mulheres morrem em decorrência do câncer de mama por ano. O INCa (Instituto Nacional do Câncer) estima que são 49 mil casos por ano, o que seria equivalente a 134 novos casos por dia e 5 novos casos por hora.
É sempre importante fazer o auto-exame, mas a mulher apenas conseguirá sentir um nódulo ao apalpar a mama quando este já estiver evoluído e as chances de cura são menores. O melhor exame para detectar o nódulo em fase inicial é a mamografia que, quando diagnosticado no início da doença, tem 95% de chance de cura", ressalta a Dra. Maira Caleffi, presidente da FEMAMA. "Toda mulher a partir dos 40 anos deve realizar uma mamografia anual. Além disso, nem todo câncer de mama é igual e, por exemplo, o câncer de mama HER2 positivo é uma das formas mais agressivas da doença".
Obrigatoriedade da mamografia no SUSA partir de 2009, o exame mamográfico será uma obrigatoriedade desde uma lei federal sancionada pelo presidente da Republica no final de abril deste ano, que determina este direito às mulheres pelo SUS – Sistema Único de Saúde.
Rosamóvel
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Dia Mundial sem carro - ainda
Olha o que achei no UOL:
A idéia
Na semana em que é comemorado o Dia Mundial Sem Carro (22 de setembro), uma equipe de jornalistas do UOL que costuma usar carro diariamente abrirá mão de seus veículos para observar e comparar as vantagens e desvantagens de viver no dia-a-dia usando transporte coletivo, bicicleta ou outros meios alternativos para se locomover. Diariamente, até sexta-feira, as impressões dos cinco jornalistas serão publicadas neste blog.
http://especialtransito.blog.uol.com.br/
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Dia Mundial Sem Carro
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Blogagem Coletiva da Semana Mundial de Amamentação

Amigos, eu tinha programado este texto para republicar hoje mas o sistema falhou e entrou aquela da televisão. Então, consertando o erro sistemático...risos...vai um texto que escrevi em 02 de Julho do ano passado que conta minha experiência pessoal com meu dois tesouros.
Quem AMA, AMAmenta!
Amamentar não é fácil.
O livro “Quem ama, Educa!” não é meu livro preferido. Mas acho um livro que não é totalmente ruim (mas isso é assunto para um outro dia). Contudo ele tem uma falha grosseira na parte que fala de amamentação. Ele fala que a obesidade infantil pode começar nesta fase quando a mãe não impõe limites ao bebê. Eu amamentei em livre demanda e meus filhos não são obesos. E não conheço nenhum caso deste tipo, comprovação científica ou respaldo médico para tal afirmação.
Amamentar resolve 90% dos problemas com os bebês. Eu costumo dizer que peito é bom pra tudo: cólica, gazes, soluço, manha... e fome, claro. E engorda, mas não tem nada de obesidade nisso!
Meu primeiro filho, segundo a neonatologista, não conseguia manter sua taxa de açúcar e foi internado para tomar soro glicosado. Uma notícia terrível naquele momento e nunca saberei se foi por conta do parto: uma cesareana com anestesia geral (e isso também é assunto para um outro dia...) ou por causa do tempo para eu me recuperar (a gente fica meio fora do ar até a anestesia passar...), deram NAN para ele!Voltando.
Ele só mamou uma vez após nascido e depois dormiu direto...nem abria os olhinhos.
Diagnóstico: baixa taxa de açúcar.
Depois de 10 horas de soro sem que ninguém me falasse nada, EU PERGUNTEI SE NÃO PODERIA AMAMENTAR. Disseram que sim, com a maior naturalidade (como se ele não tivesse ficado todo esse tempo sem ter amamentado por falta de correta orientação por parte deles). Mas mãe de primeira viagem é luta desde que engravida...
Pois bem, do momento em que comecei a amamentar, na segunda mamada em diante, ele não voltou mais pro soro. Das 48 horas internado (6 mil reais de custo...pagos pelo plano, mas pagos), apenas 12 no soro. 36 horas apenas em observação depois de retomada a amamentação. Milagre do soro? Não! Do leite materno!
A amamentação em casa foi um sucesso, doei leite e ele mamou exclusivamente até os 8 meses. Nem água tomava. Nada de suquinho, nada de chazinho, nada de chupeta. Ele se manteve o tempo todo com peso acima da média da tabela, embora isso não me diga muita coisa pois já foi admitido pela OMS e se não me engano, já houve mudança na tabela, por conta da antiga não corresponder ao desenvolvimento das crianças que são alimentadas exclusivamente por leite materno durante os primeiros seis meses de vida.
Outra coisa interessante é que após a inserção de novos alimentos o peso dele caiu sensivelmente, nunca mais voltando aos valores acima da “média”, como acontecia durante a amamentação.
E para confirmar tudo isso: meu segundo filho, que não ficou tempo suficiente no berçário para tomar NAN e que tinha um neonatologista que respeitou minhas decisões no trato com meu filho, não precisou de soro glicosado, foi para casa no dia seguinte e foi amamentado nas mesmas circunstâncias do primeiro, durante o mesmo tempo e apresentou os mesmos resultados: peso acima da média e queda de peso depois da inserção de novos alimentos. De novo: Nada de água, chazinhos ou suquinhos, só peito até os 8 meses e nos dois filhos, só introduzi novos alimentos porque eles manifestaram interesse. Ainda ssim, a adaptação foi lenta e dificíl. Imagine se fosse antes! O primeiro demamou naturalmente aos 10 meses, não aceitou mais o peito (eu estava grávida de 2 meses e provavelmente, como dizem, o sabor do leite deve ter mudado - esqueci de provar...puxa vida...). Já o segundo foi tranquilo até os dois anos e pouco e desmamou também naturalmente...tranquilo e eu senti mais do que ele...risosUma pesquisa que lí, há muito tempo no jornal, feita com mulheres nutridas e subnutridas, mostrou que a qualidade do leite das duas mães era a mesma.
Incrível, não!
A natureza é tão sábia que retira todos os nutrientes da mãe, mas não prejudica a alimentação do bebê.
Leite materno, neles!

Como contribuição visual à blogagem coletiva da Semana Mundial da Amamentação, mande fotos suas (ou de outras amigas ou familiares) amamentando, para o email sdeestocolmo@gmail.com - não esqueça de dizer os nomes da mãe e do(s) bebês (s) - e eu colocarei todas as fotos aqui nesse slide show em celebração da Semana Mundial da Amamentação que vai do dia 01 a 07 de agosto.
( a minha já está lá!)
http://relatosmatrice.wordpress.com/
Nota: as imagens são de cada um dos meus filhos sendo amamentados. __________________________________________________
quinta-feira, 5 de junho de 2008
De quem é a culpa: do Legislativo, do Executivo, ou nossa?
Fiquei dias pensando em como eu poderia participar dos Debates propostos pelo blog Faça a sua Parte. Não conseguia chegar a nada que fosse à altura de pessoas tão conhecedoras e engajadas .
Então, me lembrei de um texto que escrevi no início do ano, falando justamente em como fiz para começar e como eu faço a parte. E o texto falava justamente sobre isso: Cada um fazer a sua parte já uma grande colaboração para um mundo melhor.
Sendo assim, caímos num dos temas propostos pelo Faça:
JUNHO-01 e 02: De quem é a culpa: do Legislativo, do Executivo, ou nossa?
É nossa.
Nós colocamos os políticos lá. Enquanto não puxarmos s responsabilidades para nós, nada mudará porque sempre é mais fácil colocar a culpa no outro.
Contudo, há que se considerar que tem muita coisa difícil de mudar. Muita coisa mesmo. Então , o que me fez muito bem, o que me fez sair da inércia foi começar fazendo a MINHA parte. E como já contei por aqui, mudei de casa, me uni a amigos que comungam das minhas idéias, dentre eles, os amigos deste e outros blogs, comecei a fazer coleta seletiva do lixo da minha casa, plantei mais árvores, me dediquei a dar mais tempo e atenção descompromissada para meus filhos, tiro–os da frente da TV sempre que possível, compro menos coisas para eles, para nós e para a casa e tento me ater n'aquilo que realmente preciso. Não é fácil.
Tento gastar menos, tento poupar recursos, uso sacolas retornáveis em vez das plásticas que tanto poluem, tento diminuir meu lixo e aproveitar mais os alimentos, uso menos remédios, dou mais amor, saio menos de carro, caminho mais, ando de bicicleta e cuido mais de mim mesma.E depois que não me preocupei mais em pensar por onde começar e fiz a minha parte pessoal, diferente naquilo que tenho poder para fazer, outros caminhos foram se abrindo porque a gente acaba se aproximando dos nossos semelhantes (ao contrário do que se prega, os semelhantes é que se atraem). E aí, mais e mais informação e possibilidades vão aparecendo e mais pessoas a nossa volta nos contaminam e são contaminadas por esses ventos de mudanças.
Comecei minha mini-horta, não jogo pó de café no lixo, faço doces com cascas de algumas frutas, escolho as embalagens o que é menos poluente, quando isso é possível. E com tudo isso, fui brindada com um presente dos meus sogros: uma sacola retornável. Minha terceira bolsa! Saber que meus sogros têm essa visão de nossa casa, de nossa família, foi maravilhoso. Até porque, eles também compraram uma bolsa para usarem em sua casa. Boas coisas se espalhando, contagiando ao nosso redor!
E o blog Faça a sua Parte me ajudou muito porque a partir da blogagem coletiva do Dia da Terra, ano passado, pois passei a estabelecer metas ambientais pessoais para o decorrer do ano. E isso me ajudou muito a concretizar o que antes era apenas desejo.
E é isso que tenho para oferecer neste momento. Não é muita coisa e ao mesmo tempo é muita coisa. E poso atestar: não é fácil mudar velhos hábitos. Mas é totalmente possível e mais rápido do que imaginamos.
Se você ainda tem essa pergunta consigo, taí a resposta, aproveite para começar !
Façamos a nossa Parte.
Estabeleça metas.
Escolhamos melhor nossos políticos.
Cobremos.
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
terça-feira, 22 de abril de 2008
22 de abril - Dia da Terra
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Blogagem coletiva contra o Analfabetismo
Em 2003, eu estava morando no interior de SP, numa cidade de 100 mil habitantes. Lá eu fiquei morando e trabalhando no Rio durante 6 meses, o que foi uma loucura. Morava lá de sexta a segunda e trabalhava no Rio de terça a quinta. E minha vida se resumia a isso: fazer e desfazer mala, trabalhar e andar de avião. Vendo que essa situação não daria certo, pedi pra sair e comecei a fazer trabalho freela por lá em e em SP-capital e cursos.
Como a cidade que eu morava era muito pequena, fui fazer um curso no Sebrae da cidade vizinha, até porque na minha cidade não tinha posto do Sebrae. Fiz o curso e mantive contato com as pessoas de lá e mostrando que o Sebrae fazia falta por lá.
Com isso, o Sebrae acabou trazendo o curso para a minha cidade, abriu um posto e me convidou para participar de um seminário de políticas públicas na cidade, chamado IDEAL. Topei, claro.
Numa das atividades de conclusão do seminário, precisávamos criar um projeto de política pública para melhoria da cidade e eu e meu grupo focamos no ANALFABETISMO. Como o curso era de políticas públicas, as pessoas convidadas, exceto eu e alguns poucos empresários, eram envolvidas com a política pública da cidade (servidores de diversos órgãos, funcionários da prefeitura, secretários, etc). Fizemos um projeto lindo com a participação de uma educadora da cidade com o intuito de realmente implantá-lo (como era o objetivo do seminário – todos os projetos precisavam ser necessários e viáveis a pontos de tentarmos implantá-los). Mas ele não foi implantado porque o município não tinha crianças fora da escola e tinha apenas 5% de analfabetismo e como esse número era muito pequeno, existiam outras prioridades.
Eu penso que uma das maiores exclusões sociais primárias, é o analfabetismo. Você consegue imaginar a vida sem saber ler e escrever? Como é dependente e fragilizada uma pessoa que não lê e escreve? Pra mim, é um cego social. Pois a cidade em que eu morava tinha 5.000 analfabetos e esse foi um número pequeno demais para darmos prosseguimento ao projeto.
Acabou que no final do ano recebemos a proposta de voltar para o Rio de Janeiro e eu ainda tenho aqui o projeto guardado em algum lugar dos meus arquivos e do meu coração. Todo mundo devia ter o direito a saber ler e escrever, todo mundo. Sem isso, não há justiça social e igualdade para todos!
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Ana Cláudia Bessa
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Blogagem coletiva contra a PEDOFILIA
Estava outro dia assistindo o programa “The Oprah Winfrey Show” no Canal GNT e o assunto era pedofilia.
Nos Estados Unidos existe uma Associação de pedófilos legalizada (!!!), chamada NAMBLA (North American Man/Boy Love Association) ou Associação Norte Americana do amor entre homens e meninos.
Ãh? Mas aliciar/molestar menores não é ilegal? Não é crime?
É, mas nos Estados Unidos, assim como no Brasil, a lei tem brechas e interpretações e eles pregam que o relacionamento é consensual afirmando que as crianças têm esse desejo (de se relacionar sexualmente com adultos) e não dão vazão porque os pais que não são pedófilos as escravizam, não permitindo que elas dêem vazão aos seus instintos. Sendo assim, não usam de violência ou força para se relacionar com os menores. O que deixa de caracterizar o "crime".
Uma coisa interessante e que devemos guardar na memória: a profissão preferida entre os pedófilos é professor. Já pegaram inclusive casos com diretores de escolas. Portanto, cada dia mais devemos ficar atentos e não descuidar da escolha criteriosa da escola onde nosso filhos vão estudar. Tem escola que funciona sem mesmo ser regularizada.
Não estou aqui desmerecendo a profissão nem as entidades educacionais. Mas que tem muita gente por aí que não presta, tem. Como em toda profissão. Contudo, é importante que se lembre que uma criança ainda não sabe se defender ou mesmo entender claramente quando ela está sendo molestada.
Por isso, não é qualquer escola que deve merecer a nossa confiança.
E tem muitas mais vilões quando falamos em pedofilia.
Por isso, meus amigos, é bom que nós, usuários e amantes de informática, demos limites aos nossos filhos no que se refere ao uso da internet.
Será que não estamos liberando cedo demais o uso do computador?
Será que essas crianças não deveriam brincar um pouco mais de bola, correr, andar de bicicleta do que ficar na frente de um computador?
Será benéfico este excesso de estimulação?
No próximo post falaremos mais desse interessantíssimo programa da Oprah que ganhou toda a minha atenção numa tarde durante a semana.

Ana Cláudia Bessa














