Este mês a Sam Shiraishi do blog A Vida como a Vida Quer nos convidou a duas blogagens coletivas de extrema importância: Natal sustentável e consumo consciente. Além disso, a Denise Rangel do blog Faça a Sua Parte me contou por e-mail que o blog está convidando a todos a escrever um post sobre sugestões ecológicas de presentes para concorrer a um livro "Seis Graus" sobre aquecimento global e a importânica de fazermos a nossa parte. Então, já que os três assuntos são "unha e carne", como se diz, vou fazer a três postagens numa só.
Este Natal resolvemos algumas coisas com relação ao comércio ligado à data:
•Eu e o marido não nos daremos presentes
•As crianças não serão incentivadas a escrever cartas ao Papai Noel
•Os presentes das crianças serão educativos de madeira certificada
•Quando for imprescindível presente, daremos um vaso de planta
Por que tomamos essas decisões?
Porque o Natal não é (mas foi transformada em) uma data comercial e estamos nos educando a consumir menos e com mais responsabilidade. Preferimos então, nos presentear em datas mais comerciais como o Dia dos Namorados (e até lá tudo pode mudar...risos). Conseguiremos sobreviver com tranquilidade a um Natal sem presentes comprados por convencionamento comercial.
Quanto ás crianças, eles ainda não estão atentos a este negócio de carta, logo, não sentirão falta de que não conehcem e qualquer presente será benvindo! E aí, uma excelente oportunidade de dar presentes educativos ao invés dos presentes de marketing de péssima qualidade chinesa. Não precisamos nem dizer o motivo de nossa preferência por madeira certificada...
Quanto aos presentes a terceiros, achamos interessante incetivar a ecologia com um presente que com certeza agrada sempre, por isso a escolha de uma vaso com uma planta.
Essas decisões para um Natal Sustentável vem muito de encontro ao consumo consciente. Por isso escolhemos madeira certificada, por isso escolhemos as plantas, por isso escolhemos consumir menos, com mais moderação e responsabilidade, evitar os supérfluos. Comprar melhor ao invés de comprar mais.
O legal disso tudo é que sempre podemos inspirar pessoas através de nossas atitudes. Quando damos uma plantinha, quando mencionamos que os casal não trocou presentes, quando contamos que demos produtos educativos aos invés de ceder aos marketing dos produtos chineses. que nada de bom trazem ao nosso país.
Não é fácil mudar velhor hábitos, mas é possível. Só precisamos começar, mesmo que dando pequenos passos. Toda uma caminhada começa por ele.
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Natal Sustentável e Consumo Consciente : tudo a ver!
sábado, 13 de dezembro de 2008
Blogagem Coletiva do Consumo Consciente
Há dias eu tenho convidado amigos blogueiros para participar de uma blogagem coletiva para levantarmos idéias de boas práticas de consumo e repensarmos nossa inserção na sociedade buscando a sustentabilidade. Dia 9 de dezembro, enquanto eu estava no Projac (no Café.com Gloria) escapei no universo virtual e participei do videochat com Helio Mattar, Diretor Presidente do Instituto Akatu Pelo Consumo Consciente, promovido pela área de Sustentabilidade do Banco Real. Outros amigos estiveram lá também, numa reunião virtual que teve @deniserangel, @nubibella, @carloshotta, @cybelemeyer, @maricarol, @paulasignorini e @guiesam aos quais agradeço a participação e, acima de tudo, regozijo-me por ser testemunha de seu trabalho incessante de conscientização.
Hoje deixo em definitivo o convite para a blogagem coletiva, para pensarmos no quanto o consumo consciente poderia fazer diferença na realidade que vivemos.
Há anos ouvimos falar que o aquecimento global pode afetar de modo radical o clima e, mesmo nos preocupando momentaneamente, continuamos com nossos velhos hábitos de consumo de energia, de desperdício de comida, comprando objetos sem pensar nos impactos disso, saindo com nossos carros mesmo podendo optar por andar a pé ou usar transporte público.
Além celebrar o Natal, durante as festas de final de ano todo mundo gosta de trocar presentes. Que tal começar a levar em consideração não só o preço e a aparência do produto, mas também os aspectos sociais (se a empresa é conhecida por utilizar mão de obra infantil ou por ser injusta com seus funcionários e fornecedores, por exemplo) e ambientais (se a matéria-prima é de origem legal, se o produto é certificado…). Sabemos que ainda há poucas opções de produtos com essas características e que é difícil avaliar um produto com tanta profundidade, mas será que valorizar mais os produtos locais, por exemplo, evitando aqueles trazidos por meio de grandes deslocamentos, já não poderia ser um começo? Será que evitar produtos pirateados já não seria outra idéia para ser colocada em prática? E trocar o carro pelo transporte coletivo? Quando for viável, esse é até um jeito de evitar o stress do estacionamento e do trânsito no Natal.Vamos nos propor a fechar 2008 e começar 2009 mais conscientes dos impactos de nossas escolhas, cientes de que cada pequena ação nossa terá reflexo no todo e que podemos fazer diferença. Quanto mais consumidores agirem assim, mais as empresas terão boas razões para criarem processos e produtos mais sustentáveis.
Participe da blogagem coletiva sobre Consumo Consciente para discutirmos e divulgarmos ações que levem a um cotidiano de consumo sustentável. Você pode usar qualquer um dos selos abaixo para divulgar a blogagem e para contar que é um consumidor consciente. E na semana de 15 a 21 de dezembro compartilhe suas experiências e dicas para começarmos 2009 com novas posturas de consumo em busca de uma vida mais sustentável. (E se você não tem blog, não tem problema, faça seu registro no Aldeia Sutentável ou nos envie seu texto e fotos e postaremos no Radar Verde).
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Blogagem coletiva Natal Sustentável
Este Natal será especial no nosso país. Não é a crise que afeta economia do mundo todo que o faz singular, mas sim uma tragédia de proporções cinematográficas que nós assistimos ao vivo: as enchentes de novembro em Santa Catarina. Além de acompanhar pela mídia tradicional, vimos uma reação na blogosfera que evidencia uma das qualidades mais raras do brasileiro: a solidariedade. É ela que leva caminhões de doações para o sul, que une famílias para hospedar desabrigados, que faz uma taxista lesada pela falta de combustível lembrar que não pode reclamar por perder lucro quando tem gente que perdeu tudo e leva crianças a abrirem mão de economias para ajudar amigos que nem conhecem.
Faço um convite para pensarmos no quanto o consumo consciente poderia fazer diferença na realidade que vivemos. Há anos ouvimos falar que o aquecimento global pode afetar de modo radical o clima e, mesmo nos preocupando momentaneamente, continuamos com nossos velhos hábitos de consumo de energia, de desperdício de comida, comprando desprecupadamente objetos pessoais, saindo com nossos carros mesmo podendo optar por andar a pé ou usar transporte público.
Acredito que, como eu, vocês vão viver um Natal centrados na convivência (que é o ponto alto das celebrações religiosas, do cristianismo, judaísmo, islamismo ou paganismo) nas celebrações de final de ano, sem de fato focar os presentes, mas eles costumam acompanhar as festas. Vamos nos propor a fechar 2008 e começar um 2009 com um "foco sustentável", cientes de que cada pequena ação nossa terá reflexo no todo e que podemos fazer diferença. Que tal começar nas compras de presentes e de produtos para a festa, sendo um consumidor consciente que leva em consideração não só o preço e a aparência do produto, mas também os aspectos sociais (se a empresa é conhecida por utilizar mão de obra infantil ou por ser injusta com seus funcionários e fornecedores, por exemplo) e ambientais (se a matéria-prima é de origem legal, se o produto é certificado...). Além de presentes comprados em lojas de comércio justo, a ceia pode valorizar ingredientes locais, evitando ingredientes trazidos por meio de grandes deslocamentos.
Quanto mais consumidores agirem assim, mais as empresas terão boas razões para criarem processos e produtos mais sustentáveis. Ainda há poucos brasileiros colocando o consumo consciente em prática. Segundo pesquisa "Responsabilidade Social Empresarial – Percepção do Consumidor Brasileiro", realizada entre 2006 e 2007, "o número de brasileiros que sabem que têm o poder de influenciar o comportamento das empresas (75%) se manteve relativamente estável desde 2002 até 2007, porém o consumidor não é ativo na mesma proporção em termos de buscar informações sobre o comportamento das empresas. Atualmente, apenas um em cada três consumidores consultados afirma procurar saber mais sobre o comportamento das empresas. Vamos mudar esta realidade em 2009?
Participe da blogagem coletiva Natal Sustentável para discurtirmos e divulgarmos ações que levem a um cotidiano de consumo sustentável.
Para saber mais:
No site do Instituto Akatu há vários relatos de casos em que os consumidores se uniram para cobrar esse tipo de responsabilidade das empresas (ver "Diálogos do Akatu nº 1" em http://www.akatu.org.br/akatu_acao/publicacoes/reflexoes-sobre-o-consumo-consciente ).
Se tudo isso está acontecendo sem dúvida é porque o consumidor está mudando seu comportamento de compra. Não é pouco, mas está distante do número de pessoas que declara acreditar no poder do consumidor de influenciar as empresas" (leia a notícia completa e faça o download da última pesquisa aqui:
http://www.akatu.org.br/central/noticias_akatu/2008/akatu-e-ethos-divulgam-nova-pesquisa-a-respeito-da-relacao-do-consumidor-com-a-rse ).
Dicas de compras sustentáveis http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_401841.shtml
Hoje é grande o debate em torno do consumo. A sociedade tem buscado sua felicidade nas compras, gerando um consumo desenfreado, o que não é nada saudável nem para as pessoas nem para o planeta. É surpreendente constatar essa afirmação por meio do teste de pegada ecológica, que calcula quantos planetas seriam necessários se todas as pessoas do planeta consumissem como você: http://www.pegadaecologica.org.br/
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Presentes Ecológicos
Jornal do Comércio - 01 de dezembro de 2008

E por falar em preços, temos modelos em promoção! Não percam! Só até dia 08 de Dezembro! Clique nos links para vê-las!
Qual Brasil você vai deixar para mim?
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Camisetas de Malha PET em Promoção
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Então é Natal
Confesso que sinto um pouco de aflição ao ver decoração de Natal em Outubro. Entendo o lado dos lojistas mas a sensação de que o Natal já está chegando e ao mesmo tempo ainda falta, me dá aflição. Afinal, Natal é sinal de fim de ano...de que o tempo passou, de que os dias voaram e que 2009 está batendo à porta e a gente nem sentiu direito 2008 passar.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Mais sacolas reutilizáveis !
Todos os dias recebo e-mails falando dos malefícios do uso de sacos plásticos.
Sabemos da dificuldade que enfrentamos ao tentar mudar velhos hábitos mas precisamos começar de alguma maneira e usar sacolas reutilizáveis é uma maneira simples e que contagia a todos á nossa volta, pode acreditar!segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Com novos produtos, país vive boom do PET reciclado
22/08/2008
por Dayane Cunha
Fonte: http://www.revistasustentabilidade.com.br/
Embora ainda sejam reutilizadas para confecção de porta-canetas, brinquedos de sucata ou vaso de plantas, as garrafas de PET começam também a virar matéria-prima para a confecção de tintas, adesivos industriais, roupas e acessórios, gerando uma corrida pela garrafa descartada, cujo valor de mercado já dobrou nos últimos 10 meses.
Tanto os setores que mais utilizam o PET - um plástico totalmente reciclável chamado politereftalato de etila - como fabricantes de refrigerantes, quanto as indústrias que utilizam o material reciclado, como a têxtil, e até o setor varejista, comemoram o aumento da reciclagem de PET, porque demonstram que suas atividades podem tornar-se menos danosas ao meio ambiente.
No entanto, são os catadores os verdadeiros responsáveis por grande parte do boom do pet.
As cerca de 300 mil pessoas que puxam os carrinhos nas ruas brasileiras ou que reviram o lixo nos lixões, tornaram-se um elo importante da cadeia por falta de políticas públicas estaduais e municipais que incentivem a reciclagem, e por falta de uma lei nacional que regule a produção de resíduos. Andando de porta em porta nas cidades brasileiras, estes trabalhadores recolhem o material e vendem para os ferros-velhos, tirando do PET parte de suas rendas, em média, de um salário mínimo.
O resultado desta atividade, a maioria informal, garantiu ao Brasil o segundo lugar do mundo na reciclagem de PET, perdendo apenas para o Japão. Em 2006, 51,3% do PET consumido no Brasil voltou ao mercado por meio de reciclagem, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), que estima que em 2007 este índice tenha chegado a 53% e que este ano deve continuar crescendo, podendo atingir futuramente os níveis de reciclagem de latas alumínio, que, com forte demanda industrial, chega acima de 90% de reciclagem pós-consumo .Mesmo com a falta da vontade politica para organizar o mercado, atrás da demanda por PET usado existe uma mistura de inovação tecnológica e regulamentação pontual do mercado que permitiu novos usos para o PET reciclado.Segundo o responsável pela comercialização dos materiais recicláveis da Rede CataSampa (rede de cooperativas de catadores do estado de São Paulo), Marcos Antonio de Lima, a procura pelo Pet aumentou para a confecção de novos produtos.
Além disso, a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em março deste ano, do uso de pet reciclado para produção de embalagens para alimentos também movimentou o mercado, embora as empresas ainda não tenham conseguido a aprovação para utilizá-lo em alimentos, segundo o responsável pela área de relações com o mercado da Abipet, Hermes Cortesini. A principal exigência para o uso do polímero é o registro do produto na Anvisa e rotulagem do produto reciclado.
Outros fatores importantes também contribuíram para a valorização do material, entre eles, a mobilização dos fabricantes de PET, que não querem ver seus negócios diminuírem com as campanhas contra os plásticos. No caso do PET, recentemente ocorreram várias manifestações, principalmente, no exterior contra as garrafas de água, e campanhas a favor da "água de torneira" foram feitas.Nesta conjuntura, a Coca-Cola anunciou em fevereiro a construção de uma usina de reciclagem de PET no Brasil, como já fez em diversos países. A unidade deve começar a operar até o final do ano. Enquanto a rede de hipermercados Wal-Mart lançou um cobertor feito de PET reciclado no início do ano.E é exatamente a reciclagem do material para a confecção de tecido que, no entanto, demonstra ser um dos principais fatores para o aumento do valor do PET e a indicação de que já falta material no mercado.
Em 2006, a indústria têxtil já consumia 40% do PET reciclado. E segundo estimativas da Abipet, divulgadas no Jornal do Comércio, este número alcançou metade do volume reciclado.Embora sejam mais caras que as roupas feitas somente de algodão, o setor está otimista. Segundo Ana Cláudia Bessa, da empresa de confecção de roupas Futuro do Presente, que entrou no mercado no final do ano passado, a demanda por roupas feitas com PET reciclado tem aumentado pela necessidade de mudança de hábitos."Precisamos mudar nossos hábitos de consumo e buscar produtos que tenham origem reciclada", disse, apontando que uma das motivações para entrar no setor foi a sua própria consciência ambiental. "Tudo neste projeto é voltado para o futuro dos nossos filhos. Precisamos mudar nossos hábitos e nos conscientizar de que somos responsáveis não só por eles mas pelo futuro que vamos deixar para eles".Ela conta que seu produto além de já agregar valor por ser feito com material reciclado, auxilia na educação ambiental, tanto dos pais, consumidores do presente, como das crianças, as consumidoras no futuro.
Para a fabricação do tecido, o PET é moído, lavado, e fica em estado de resina. A partir de então, são feitos os fios de poliéster, que serão misturados ao algodão para a produção dos novelos.Ainda que a consciência ambiental e a preservação dos recursos naturais sejam pontos primordiais na questão, a lucratividade do novo negócio ainda é importante. Segundo apuração da Revista Sustentabilidade, uma camiseta de 50% de PET reciclado custa entre R$25 e R$30.VOLTANDO AOs CATADORESDonizete Casemiro Marques, catador na Zona Leste da capital paulista, está vivendo o boom do PET, que segundo ele, começou no início de 2008."No começo do ano o PET valia R$ 0,30 [por quilo] e agora está valendo, em média, R$ 0,60", afirmou à Revista Sustentabilidade, enquanto fazia a separação dos materiais em um lixeira de um condomínio.Conseqüência do aumento da demanda, que também refletiu no preço pago aos catadores, é a separação do PET dos outros plásticos. Marques contou que até o ano passado, muitos ferros-velhos compravam PET com outros plásticos, em média a R$ 0,30. A medida que os ferros velhos começaram a pagar mais pelo PET separado, os catadores mesmos começaram a fazer um atriagem prévia do material.Para receber R$0,60, Marques tem que juntar cerca de 20 garrafas.Ele, no entanto, suspeita que os ferros-velhos já estão vendendo o quilo do PET a um preço que pode ser o dobro do recebe. "Talvez até mais que o dobro", especula, "pois os ferros-velhos podem acumular quantidades grandes a custos baixos e, revendem para indústrias que recolhem o material no local".
Uma das razões por esta discrepância entre o preço recebido das indústrias pelos ferros-velhos e o preço pago ao catadores é falta de escala, pois muitos catadores trabalham isoladamente.Para Hermes Cortesini, responsável pela área de relações com o mercado da Abipet, em entrevista à Revista Sustentabilidade, o cooperativismo pode dar mais poder de barganha para os catadores, o que indica que não é apenas uma exploração dos catadores, como alegam muitos trabalhadores de rua."Esta não é uma postura generalizada já que existem muitos sucateiros que não fazem esta exploração do catador", defendeu. "E também existe o catador que se recusa a trabalhar em cooperativas".
Cortesini explicou também que o preço recebido na venda do PET pelos ferros velhos às indústrias depende muito do tipo de ferro-velho. Algumas já trituram o material e outras o vendem inteiro para as grandes indústrias, assim, o preço varia entre R$ 0,80 e 1,30.Confirmando esta avaliação, segundo Lima, da Catasampa, nas cooperativas de catadores o preço é parecido com as empresas de sucata, cerca de R$ 1,25.Preço que a empresa Litoral Limpo, localizada no litoral paulista, consegue. Ela vende por R$ 1,25 o quilo quando tem que transportar o material até a indústria. Quando o material é retirado pelo comprador, o preço cai.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Drogarias Pacheco, nunca mais!
Mas devido a uma gripe forte que nos assolou que terminou em sinusite e rinite alérgica, precisamos de um antibiótico. Pois mesmo pedindo com mais de 12 horas de antecedência a entrega não foi feita. Nenhuma satisfação foi dada e quando reclamei fui tratada como uma cliente chata.
Como pode uma empresa que vende medicamentos, levar mais de 12 horas para entregar um medicamento que precisa ser tomado em horários religiosamente cumpridos?
Claro que eu não esperei, comprei em outra farmácia e mandei o entregador da Pacheco embora com antibiótico e fraldas. Descobri, nesta brincadeira, que a *nova* logística da empresa, manda meu pedido de uma farmácia a mais de 30 km da minha casa, mesmo tendo uma quase ao lado? (ãh?)
Pois é...
Não entendo, porque para mim, por uma questão de conta de somar e dividir, o custo é maior. E para o meio-ambiente, cruz-credo...essa empresa,de fato, não está nem aí, para o meio-ambiente. Vou até procurar por alguma farmácia que faça entrega de bicicleta (nunca vi, só vejo aquele bando de motoqueiros parados na porta das farmácias).
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Formas legais de reaproveitar as coisas
Inspirada pelos posts da serie MY GREAT IDEAS que a Cris postou aqui, procurei lembrar de coisas legais que podemos reaproveitar de outra forma ou dando outra destinação.
Olha o que fazer com as latinhas de leite em pó, por exemplo. Achei no Quintal da Mi .Peralá...não é melhor reciclar? Sim, sempre é melhor reciclar mas se você não tem coleta seletiva ou se está precisando de potes para colocar biscoitos ou qualquer outro alimento, porque não aproveitar as latinhas ao invés de comprar potes?
Olha as latas que achei neste blog de outra mãe. Não sei se eu faria como estas mas lembro que uma vez na segunda série, fizemos uma colher de pau para as mães e as professoras misturaram várias tintas num mesmo balde e cada aluno ia mergulhando sua colher e mexendo levemente. Cada colher saia com uma cor diferente, ficaram lindas. A gente pode juntar algumas latas e depois fazer o mesmo. E ainda rende uma bela diversão com as crianças metendo latas em blades cheios de tinta.
No mesmo post, ela se pergunta o que fazer com os copos de requeijão e eu contei para ela que copos os de vidro eu dôo para instituições de caridade, os de plástico eu guardo com tampa e uso para colocar sobras de molhos de tomate, por exemplo, doces que faço para dar aos amigos, essas coisas. Dou também para os meninos brincarem de comidinha (copos são copos mesmo e as tampas viram pratinhos). Meus filhos tem panelinhas, xícaras, etc, e fazem a festa me recebendo pro lanchinho que fazem...Vai dizer que as meninas não vão disputar esse cozinheiros a tapas? rs
Meus vasos velhos quase foram para o lixo mas antes disso, quando como não tinha o que fazer com eles, ele viraram horta. Agora a horta sofreu um remanejamento e eles voltaram a ser vasos...Acho que eles gostaram de sair da rotina....rs...e além disso não foram pro lixo.
Esse armário era o das crianças. Como sempre achei que ele tinha cara de armário de cozinha, quando as crianças cresceram, ele mudou de setor...rs...
Bastou trocar os puxadores (coloquei os mesmos dos demais armários da minha cozinha, para fazer "cujuntinho"...rs) e colocar prateleiras onde antes eram os cabideiros. Nos gavetões guardo as toalhas de mesa e panos de prato. Na gavetinhas talheres e acessórios em geral.
Todo mundo que vem aqui em casa, acha legal.
Bem...eu também achei... :0)
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Passeios diversos e afins...
Hoje eu quero falar um pouco de diversão, conhecimento, sustentabilidade, consumo consciente e reciclagem. Essas coisas que tem tudo a ver uma com a outra...;0)
Neste final de semana, tentarei ir com as crianças ao Museu Histórico Nacional no Rio para ver a exposição sobre o corpo humano. Essa exposição já passou por 33 cidades no mundo. Parece sensacional para todas as idades. O preço é que é meio salgado R$40,00. Mas eu imagino que deva valer cada centavo.
Caso, não seja de seu interesse, ou o preço não seja convidativo, vá conhecer o Museu, lá tem carruagens lindas e muito da história do nosso país, num acervo de peças (olha aí embaixo a caneta que foi usada para assinar a Lei Áurea), mobiliários, documentos e tudo o mais que você possa imaginar. A entrada é 6 reais, se não me engano e crianças pequenas, estudantes e idosos pagam meia. Crianças muito pequenas como as minhas nem pagam. Vale o passeio, melhor do que ir ao shopping!
Dias e Horários: Ter. à Dom: 09:00h - 18:00h Entrada até 17h15
De 10 a 19 de outubro - das 10 às 17h - acontecerá a segunda edição do "Planeta no Parque". O primeiro encontro, realizado em outubro do ano passado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, foi um sucesso. Convidados especiais e mais de 900 mil pessoas participaram de uma semana repleta de atividades em prol da sustentabilidade.A segunda edição, que também acontecerá na Semana da Criança, ganhará mais três dias de atividades, brincadeiras, oficinas e dicas práticas. A temática deste encontro é a sustentabilidade voltada para o cotidiano das grandes metrópoles.Confiram mais detalhes do evento, da programação e dos trajetos dos percursos neste link: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/eventos/conteudo_299407.shtmlAh...se eu estivesse em Sampa....
E quero aproveitar para contar que nossas Sacolas Reutilizáveis ficaram prontas!!! Ufa!Téquinfin!
Estão lindas! Em quatro cores: Cru, Laranja, Verde (a foto parece cinza mas é verde musgo desbotado, linda) e Vermelha (em tom melancia). E elas ainda podem ser dobradas e facilmente carregadas em nossa bolsa de passeio, porta-luvas do carro e etc, estando sempre por perto quando precisamos, ajudando a reduzir nosso consumo de sacolas plásticas.
http://www.futurodopresente.com.br/
Um grande beijo e bom final de semana prá nóis tudim!
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Série: My Great Idea - Casa Verde
A Idéia desta semana é dar um estímulo aos filhotes para ajudarem nas tarefas de casa, além do que ter uma casa "verde".
Reciclar materiais, gastar menos energia elétrica e comprar menos produtos ou seja fazer menos lixo.
E como as crianças podem ajudar?
A dica aqui é utilizar meias usadas com cara de coelhos (acho que valem outros animais) para tirar o pó dos móveis. Criativo, interessante e instrutivo, eu gostei desta idéia.
Até a próxima.
Continua
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Cristiane A. Fetter
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Uso sustentável de garrafas PET
Este Programa é apresentado por André Trigueiro e se chama Cidades e Soluções. Foi exibido em 06 de abril de 2008 no canal Globonews e vale à pena ser assistido.
Descartadas como lixo, as garrafas PET ocupam preciosos espaços nos aterros, entopem valões e canais e agravam o problema das enchentes. Ainda assim, cresce no Brasil o volume de embalagens recicladas de garrafas PET. Você vai conhecer uma fábrica de tintas e outra de fibras sintéticas que utilizam milhões de garrafas PET como matéria-prima.
O PET se transforma em matéria-prima para tintas, tecidos e mantas , enchimento de estofados, travesseiros e edredons, revestimento automotivo, e até ão é na fabricação de couro sintético, ou couro ecológico. Mas ainda temos muito a melhorar pois a maior parte das garrafas PET ainda não é reciclada no Brasil. Assistam, vale à pena!
Fonte: http://www.mundosustentavel.com.br/globo280708.asp
Não conseguiu ver o vídeo? http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM812418-7823-USO%2BSUSTENTAVEL%2BDE%2BGARRAFAS%2BPET,00.html
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Plugada em casa
A Ceila Santos do Desabafo de Mãe está Plugada em casa "tentando resgatar seu mundo offline" e conseguiu fazer um monte de coisas sem precisar passar 20 horas do dia em frente à telinha do meu computador. Mas isso a levou a algumas reflexões e convidou algumas mães plugadas a refletir obre estes itens.
- Coisas que Errei na hora da Reforma (Construção):
Ana Cláudia Bessa
sábado, 23 de agosto de 2008
A História das Coisas em português
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
O que é comércio justo?
Eduardo Knapp 
CYRUS AFSHARDA REPORTAGEM LOCAL -
Por que esta manga é mais cara?
A manga Tommy normal é vendida pelo produtor a R$0,50 o quilo, e o consumidor final paga R$1,65; no "comércio justo", o produtor vende a fruta por R$1,22, que chegaria ao consumidor por R$ 4,03 o quilo.
Um ilustre desconhecido por aqui, o dito "comércio justo" começa a pingar nas gôndolas do país.
Você topa pagar um pouco mais por um produto feito sem danos à natureza ou exploração desumana do trabalho, sabendo que sua compra ajuda a desenvolver comunidades pobres? Milhares de consumidores no mundo topam. São a base do dito "comércio justo".
Muito mais conhecido na Europa, o "comércio justo", ou "solidário", ou ainda "ético" é um movimento social e um sistema internacional de comércio, que busca atenuar desigualdades nos países pobres, por meio da venda de produtos feitos em padrões sustentáveis.
No Brasil, produtos com o certificado do comércio justo ainda são raros em supermercados. Mas isso pode mudar a partir desta semana, quando serão lançadas as normas nacionais desse comércio. Por aqui, o sistema começou a ganhar algum espaço no final dos anos 90 e só se tornou mais estruturado a partir de 2003. A proposta para normatizar o comércio justo no Brasil, que será levada agora, no dia 19, a um encontro internacional sobre o tema, no Rio, dá a ONGs e empresas a competência de certificar produtos, orientadas pelo Inmetro. Ela foi desenvolvida por Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária), Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e outras entidades da sociedade civil. Surge quase dois anos depois da criação de suas linhas gerais.
"Quando a coisa é muito "democrática", feita a 20 mãos, o processo se arrasta", diz Vanucia Nogueira, 47, superintendente do Centro de Excelência de Café do Sul de Minas, que trabalha com pequenos agricultores na região de Varginha.Enquanto não vão para as gôndolas daqui, produtos nacionais de comércio justo já certificados internacionalmente são exportados para a Europa, como manga, suco de laranja e café. Essas mercadorias são vendidas pelo "preço justo", isto é, suficiente para que pequenos produtores consigam manter tanto um padrão de vida digno quanto os modos tradicionais de produção.
Um exemplo é o café. Em Minas Gerais, uma saca (60 kg) comum custa por volta de R$ 250, de acordo com o Centro de Excelência de Café do Sul de Minas. Já uma saca da produção "justa" rende ao pequeno produtor R$ 310, quase 25% a mais que o preço de mercado.Isso é financiado na outra ponta da cadeia, pelo consumidor. A diferença entre o preço comum e o "justo" varia segundo o país e o produto.Em São Paulo, o Sam's Club vende o café de comércio justo por R$ 7,38 (250 g), 17,6% mais barato que um café gourmet (R$ 8,96). Mas bem mais caro que um café comum (R$ 2,30). Apesar dos preços altos, o mercado ético mundial cresceu a uma taxa anual média de 40% nos últimos cinco anos. Em 2007, cresceu 47% e movimentou 2,3 bilhões de euros, segundo a Fairtrade, entidade que reúne 23 certificadoras internacionais e produtores da América Latina, Ásia e África. As certificadoras atestam para o consumidor que os produtos seguem os padrões do sistema.
"O comércio justo oferece aos consumidores uma poderosa oportunidade para assumir a responsabilidade pelo que compram. Cada vez mais pessoas se preocupam com a procedência da mercadoria e querem saber se os produtores envolvidos obtêm remuneração justa", diz Verónica Sueiro, coordenadora da Fairtrade.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Gaste menos combustível
Quanto mais combustível tenha no depósito, menos ar há dentro do mesmo. O combustível se evapora mais rapidamente do que você pensa. Os grandes depósitos cisterna das refinarias têm tetos flutuantes no interior, mantendo o ar separado do combustível, com o objetivo de manter a evaporação ao mínimo.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Um Oceano de plástico
Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.
Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.
Fontes: The Independent, Greenpeace e Mindfully
Ver essas coisas sempre servem para que nós repensemos nossos valores e principalmente nosso papel frente ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos. Antes de Reciclar, reduza!
O Futuro do Presente está participando do apoio a mais uma ação do Greenpeace. Depois de tudo que lemos e vimos, conto com todos vocês para que possam ajudar na divulgação do evento que ocorre nesse final de semana, no Parque Villa-Lobos em SP. Vale tudo: e-mails, twitters, postagem nos blogs, sinais de fumaça. Se você é de SP ou está em SP, vista uma camisa azul e compareça dia 9 de agosto às 9 da manhã ao Parque Villa-Lobos. Sei que tem muita gente que não acredita em manifestações como esta, que é até contra. Mas pense bem: e se todo mundo pensasse o contrário e comparecesse? As coisas mudariam com certeza.
A mobilização da massa (leia-se povo) é fundamental para que façamos as mudanças sociais, políticas e ambientais que precisamos, dentro e fora do Brasil. Nosso oceano está morrendo e morrendo o oceano, morremos nós.http://www.greenpeace.org/brasil/oceanos/noticias/os-oceanos-est-o-em-perigo-e-v
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Crianças e a noção de dinheiro
Eu sou totalmente a favor da mesada mas nunca parei para pensar em quando começar. No programa uma das apresentadoras começou a dar a mesada a um valor simbólico (0,25 cents de dólar por semana) à filha de 4 anos e meio para que ela arrumasse sua própria cama.
Uma psicóloga consultada disse que a criança deve começar a ter contato e ser ensinada sobre dinheiro a partir do momento em que ela começa a expressar o famoso “Eu quero” ( Tem sentido...). Contudo, muitas crianças começam a expressar “eu quero” com dois anos de idade. E aí? Aí, vale o bom senso de cada um.
Eu acho que a educação financeira é uma coisa super importante mas tenho algumas ressalvas:
1. Depois da matéria, comecei a pensar numa idade para começar a dar aos meninos uma iniciação a sua “educação financeira” e cheguei à conclusão que só começarei a pensar nisso partir dos 5. Achei uma idade razoável para ser inicial, paulatina, suave.
2. Mesada tem uma destinação. Ou seja: não concordo que se use a mesada para juntar para comprar um brinquedo caro e os pais acabarem dando aquilo que a criança deveria comprar com sua mesada. Se abrir mão da mesada por um brinquedo, tem que abrir mãos daquelas coisas a que a mesada é destinada. Consegui me explicar? RS
3. Não daria mesada para arrumarem as suas próprias camas ou coisas do tipo. Tarefas de casa ou pessoais devem ser feitas sem remuneração, afinal, eu não recebo nada para lavar a louça ou arrumar minha própria cama. Talvez por ajudar a arrumar a minha cama, mas nunca a deles mesmos. Ou então por MANTER seus brinquedos arrumados sem precisar serem mandados a fazer. Não sei se a diferença que eu faço entre essas situações está clara (estou achando enormemente difícil me explicar...risos), mas para mim existem diferenças entre a cama dos outros e a deles, entre o jardim e seus próprios brinquedos.
4. Por fim, mesada para mim, tem que dar noção de que dinheiro tem que ter gasto planejado e tem fim se não cuidarmos. Ou seja, me agrada muito dar mesada para o filho comprar coisas pequenas de forma ele decidir o que quer consumir e quando consumir (claro que o valor da mesada define limites bem claros sobre esses itens de consumo). E isso varia de idade para idade: uma bala, um doce diferente no recreio da escola, um carrinho de ferro novo, uma pizza na cantina às sextas, um cinema com pipoca com a namorada, etc... Acabou a mesada, acabaram os pequenos prazeres extras, principalmente sem a necessidade de pedir aos pais. Até o mês que vem....
Claro que isso não impede os pais de darem presentes ou alguma coisa que o filho queria e principalmente, precise. Mas acredito que definindo bem as regras, fica mais fácil não invadir os limites e fazer com que se perca o valor educativo da mesada. Será que estou no caminho certo? A propósito: nunca recebi mesada... snif....
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Educativos, ecológicos e reciclados
Desde que começamos a escrever aqui no blog, começamos a falar sobre tudo: violência, reciclagem, consumo consciente, educação familiar e escolar, ecologia, sustentabilidade, alimentação, saúde. E foi à medida que os debates foram acontecendo que começamos a acalentar o desejo de criar alguma coisa que unisse um pouco desses conceitos todos que discutimos no blog. Não foi fácil encontrar algo que tivesse um pouco de consumo consciente, ecologia, conscientização e educação.
E nessa busca chegamos numa malha que é feita a partir de garrafas PET recicladas. Adoramos essa novidade, afinal, uma roupa feita de plástico reciclado é sensacional. Ecologia e reciclagem! E não é que a malha pet é boa e gostosa de vestir!
Mas isso não era suficiente, queríamos mais.
Então, conseguimos encontrar gente que trabalha com comunidades carentes para confecção dessas camisetas! Uau! Responsabilidade Social! Não poderia ser melhor!
Mas ainda tivemos um desafio: o que fazer com as camisetas?
Tem tanta gente que faz camisetas por aí...gente boa que faz coisa boa!
O que seria diferente e que seria aliado a tudo o que debatemos aqui no blog? Afinal, tinha que ser assim, tinha que haver um elo porque hoje as nossas vidas precisam desse impulso: semear alguma coisa para mudar o mundo. Mesmo que isso seja idealismo demais!
Foi, aí, que tivemos a idéia de colocar estampas educativas, ecológicas ou com mensagens que levassem as pessoas à reflexão sobre o tema que mais nos importa aqui no blog: o mundo vamos deixar para os nossos filhos!
E foi assim que acaba de nascer, depois de um pouco mais de 9 meses de gestação:

(gente, eu não consigo inserir a imagem em verde e azul, sempre dá essa alteração de cor, desculpem...)
Esperamos que este objeto tão simples ajude-nos a semear em nós mesmos, nos outros pais e mães e em nossas crianças, as sementes da mudança.
Todo dia é um bom dia para começar!Sabemos que não é fácil começar. Não precisamos começar a mudar tudo de uma hora para outra, podemos começar aos poucos. Se cada um fizer a sua pequena parte, já estamos fazendo uma grande coisa para deixar um mundo melhor para nossas crianças.
Um ideal que nos move.
Estamos iniciando nossas atividades e nosso compromisso maior é com nossa ideologia em oferecer um produto que tenha um propósito educativo, conscientizador, ecológico e que nos impulsione a questionar nossas atitudes e nossos hábitos. Mas além disso também temos a preocupação em prestar um serviço de qualidade aliado a um preço justo.Queremos manter um canal direto e personalizado com cada pessoa, o que é muito importante para nós visto que nosso trabalho não é apenas comércio. Temos uma filosofia e uma ideologia que nos move e nela temos a convicção de que a sua opinião e satisfação são fundamentais para darmos continuidade a este projeto.
Esperamos que gostem e contamos com sua visita, sua opinião, sua participação !
Sempre tenho que agradecer a todos que nos ajudam e estimulam aqui no blog e sempre acho que por mais que agradeçamos, ainda é pouco.
OBRIGADA!













