Mostrando postagens com marcador Turismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Turismo. Mostrar todas as postagens

sábado, 31 de maio de 2008

Projeto CARIOQUINHA começou ontem!



Amigos,
um incentivo a usar o transporte público e fazer passeios culturais e ecológicos pelo
Rio e Grande Rio. Oportunidade de sair em família, desligar a TV, levantar do sofá, se divertir e aprender.
Gastanto pouco, o que é ótimo!
TÁ SEM PROGRAMA? Não tá mais!
Vejam os detalhes no site http://www.carioquinha.com.br/


O que é?

Uma idéia inicial e um Rio de Janeiro todinho de belezas e atrações para desfrutar. Conhecido no mundo todo como Cidade Maravilhosa, o Rio merece ser visto e aproveitado em cada um de seus metros quadrados. Porque o Rio é único, e é lindo. E atrações para quem quer passear e conhecer o melhor da cidade não faltam.

Mas quem mora na cidade também consegue curtir suas delícias? O Carioquinha chegou para facilitar esse acesso. O objetivo é aproveitar a baixa temporada turística para preparar o morador da cidade para ser um agente divulgador do Rio e de suas belezas. E também oferecer a ele o que a cidade tem melhor a preços mais baixos que os praticados no mercado tradicional de turismo.

Assim nasceu o Carioquinha, sucesso tão grande que chega a 2008, em sua 10.ª edição. Durante toda vigência do projeto, cariocas “da gema” (natural do Rio) ou “do coração” (morador da cidade ou do Grande Rio*) têm direito a descontos e programações especiais oferecidas por pontos e serviços turísticos do Rio de Janeiro.

* Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Mangaratiba, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Paracambi, Nova Iguaçu, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica e Tanguá


Como funciona?
A mecânica de funcionamento do Carioquinha é muito simples. Basta apresentar nas bilheterias dos pontos turísticos e atrações cadastradas a carteira de identidade para comprovar sua naturalidade e, se for morador, um comprovante de residência em seu nome.
A promoção é válida para TODOS que NASCERAM ou MORAM na cidade do Rio ou Grande Rio*.
Confira os Pontos Carioquinhas que estão participando este ano, aproveite as delícias do Roteiro Gastronômico Carioquinha, da nossa Agenda Carioca e monte sua programação!

segunda-feira, 17 de março de 2008

CONHECENDO O RIO - ILHA GRANDE

"Há males que vem para bem". A frase é chavão e às vezes vem carregada de conotações cruéis, mas no caso da Ilha Grande ela se aplica. A existência de uma colônia penal (eufemismo para presídio) manteve por quase um século este verdadeiro paraíso tropical longe da especulação e da predação que "comeu solta", sobretudo, nas últimas décadas.

Por muita sorte a desativação do presídio e a "abertura" da Ilha ao turismo ocorreu num momento em que a consciência preservacionista já atinge um nível considerável em nossa sociedade. Mas vamos às atrações da Ilha Grande. Obviamente, sendo uma ilha tropical, não faltam as belas praias, o sol, os passeios de barco etc etc. Tudo isso tem lá, mas com a enorme vantagem de que fica "pertinho" do Rio.

Você pode chegar lá de barca a partir de Mangaratiba (2 horas do Centro) ou de Angra (três horas). Apesar de mais perto eu não aconselho o embarque em Mangaratiba para quem não é muito chegado a travessias marítimas. Há um trecho, próximo à ponta da Marambaia, onde as ondulações costumam ser grandes e causar enjôo. Indo por Angra a travessia é toda feita ao abrigo do mar alto e, portanto, bem mais tranquila em termos de condições de mar. Dura cerca de uma hora e meia, por um ou outro.

O destino das barcas é o povoado principal da Ilha, chamado Vila Abrão (a maioria chama de Abrahão, mas na realidade o local é uma enseada, cujo sinônimo em português da época do descobrimento é "abra"). Neste povoado você encontra a maior concentração de pousadas da Ilha, bem como é de lá também que partem quase todos os passeios de escunas e saveiros para todos os pontos da Ilha. Dali também se originam diversas trilhas, dos graus de dificuldade os mais variados, para praias desertas, rios, cachoeiras etc.

Na Ilha não circulam veículos a motor (exceção para uma viatura da UERJ que atende a um Centro de Estudos da Universidade situado na praia de Dois Rios, a 12 Km do Abrão). Em Dois Rios ficava o presídio, cujos restos que sobraram da implosão ainda estão lá como atração turística. Esta "estradinha" de 12 Km é um dos passeios que os mais dispostos podem fazer, e, leva, em média, duas horas de uma praia a outra.

O Abrão fica do lado "de dentro", ou seja, o lado voltado para o continente. Do outro lado da Ilha estão as praias de "mar aberto", sendo que a mais procurada (também acessível por trilha) é a de Lopes Mendes. Sem acesso por trilha a partir do Abrão fica a localidade de Aventureiro, remanescente de uma aldeia caiçara, com poucos moradores e uma praia "de babar" de tão linda. O acesso ao Aventureiro é feito de barco e o número de pessoas por vez é limitado e controlado.

Bem, se você é do tipo "eco-turista" vai ficar doidinho sem saber por onde começar (muito menos quando acabar!). Se é do tipo "sombra e água de coco na beira da praia" também, pois ficar "de bobeira" nas praias e na vila também é uma delícia.Tanto Mangaratiba quanto Angra têm estacionamentos seguros onde você pode deixar o carro.

Agora, não deixe de RESERVAR vaga, via internet, em alguma pousada antes de ir, pois você tem que COMPROVAR estadia para ter acesso à Ilha. Digite "Ilha Grande" no google e escolha. Todas as pousadas oferecem passeios de barco e dão dicas para outros passeios.

Ah, e antes que eu me esqueça, consulte a meteorologia, pois a Ilha com chuva é frustrante!
__________________________________________________________________________________ Ivo Fontan

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

OS CARANGUEJOS E A CABEÇA D’ÁGUA II

Dois dias foi o tempo para a proibição de acampamento nas praias ser revogada. Foi exatamente o tempo em que convivi com este personagem fantástico, tendo o privilégio de ouvir parte de suas histórias, ao vivo, de sua própria boca, sentado no chão da varanda de seu casebre, tomando uma batidinha feita por ele com limão colhido ali na hora.

Já na praia armamos nossa barraca a uma distância segura da linha de maré alta (éramos experientes nisso) e nos preparamos para um carnaval inesquecível.
Mal sabíamos o QUANTO seria!

Na tarde do segundo ou terceiro dia em que estávamos na praia, um fato mobilizou todo mundo que acampava na área. De um riachinho próximo começaram a sair para a areia da praia, dezenas, centenas, em pouco tempo, milhares de CARANGUEJOS. Eles circulavam pela areia como se estivessem desorientados, assustando e divertindo as pessoas que, logo logo perceberam que ali estava um petisco facilzinho e que poderia ser a festa daquela noite. Começou uma "catação" frenética.

Num dado momento reparamos que nosso "amigo" (Madame Satã) havia chegado à praia e observava com uma expressão preocupada àquela movimentação extraordinária na areia. Cheguei perto e fui surpreendido com um alerta proferido em tom grave: " Isso aí não é bom sinal..." . Curioso, perguntei-lhe o que queria dizer com aquilo. Madame Satã olhou em volta, para aquela multidão enlouquecida colecionando cada um mais caranguejo do que o outro e mais uma vez disse: "Isso não é nada bom", e acrescentou: "se eu fosse vocês tirava minha barraca daí porque vai vir aí uma CABEÇA D’ÁGUA!"

Sem mais explicações retirou-se, mas, de longe avisou-nos que, se quiséssemos, seu quintal estava às ordens. Por via das dúvidas desarmamos nossa barraca e a trouxemos uns dez metros para cima da faixa de areia.
Nessa madrugada algo estranho acontecia no mar. Deitados nós ouvíamos o barulho das marolinhas típicas da praia do Abrão aumentando gradativamente e se transformando em ondas de verdade. Até que...

Deviam ser umas quatro e pouco da manhã quando a primeira grande onda "varreu" a praia do Abrão!
Barracas foram invadidas e algumas levadas mar adentro. Corre-corre, gritaria, desespero.
Mesmo a nossa barraca, lá longe da água fora atingida. Veio a segunda onda, maior do que a primeira.
E veio a terceira, maior do que as duas primeiras juntas!

Foi uma noite de terror. Milagrosamente só houve prejuízos materiais, mas ao amanhecer ficamos sabendo que estávamos todos ali literalmente ILHADOS. Estávamos simplesmente diante da MAIOR RESSACA QUE O LITORAL DO RIO HAVIA SOFRIDO NOS ÚLTIMOS 50 ANOS.

Mangaratiba, Angra e Parati estavam isoladas. A Ilha Grande então nem se fala!
Quem quiser saber mais sobre este fato pode consultar os jornais da época. Quanto a mim aprendi uma lição e passo agora para vocês: Sempre que observar um comportamento fora do normal, inexplicável, nos seres da natureza, desconfie seriamente de que algum FATO também fora do normal está por vir, e, PREVINA-SE!

Leia a primeira parte deste texto:
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/01/os-caranguejos-e-cabea-dgua-i.html
_________________________________________________________________________________ Ivo Fontan

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

OS CARANGUEJOS E A CABEÇA D’ÁGUA I

Enquanto escrevia meu último post sobre a Ilha Grande um fato lá acontecido há muitos anos me veio à mente. Foi exatamente no ano em que conheci a Ilha, 1972. Juntamente com três amigos, todos nós na faixa de 18, 19 anos, fomos parar na Ilha Grande. A expressão "fomos parar" é bem apropriada pois realmente lá chegamos nas asas de uma aventura meio louca, do tipo "mochila nas costas" e "vamos ver no que dá". Pois bem, deu no que deu.


Pegamos um barco e fomos para na Ilha Grande. Ainda com o presídio funcionando e sem abertura para o turismo regular. Era véspera de carnaval. Ao chegarmos no povoado do Abrão tivemos a má notícia: Estava proibido, a partir daquele momento (e por todo o carnaval) o acampamento nas praias. Somente poderíamos permanecer caso conhecessemos alguém, algum morador, que nos acolhesse. Caso contrário nem sairíamos do pier, retornaríamos na próxima embarcação. Nesse impasse lembramo-nos de uma pessoa com quem travamos conhecimento no barco. Era um senhor, negro, de idade indefinida, entre os 60 e 80, de cabeça toda branca e um chapéu engraçado.


Muito conversador e simpático ele, em certo momento da viagem, ao saber que estávamos indo à Ilha pela primeira vez, ofereceu o quintal de sua casa para que acampássemos, caso fosse necessário. No desembarque perdemos o contato com ele e esquecemos de perguntar seu nome e onde era sua casa. Diante da situação, lembramos deste fato e procuramos o chefe do posto da polícia militar para informarmos que tínhamos sim onde ficar. Explicamos a situação, mas, sem saber a identidade do nosso potencial anfitrião, o descrevemos para o policial acrescentando sua oferta feita na viagem.


Um tanto desconfiado o policial olhou bem para cada um de nós e disse: Vocês tem certeza de que MADAME SATÃ convidou vocês para acampar na casa dele?!


Assim fomos para com nossa barraca, sob um pé de fruta-pão, no quintal do mais famoso ex-presidiário da história da Ilha. Mas o que tem isso a ver com caranguejos e cabeças d’água?


Saibam no próximo capítulo, quer dizer, post.

Leia a segunda parte deste texto:

http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/01/os-caranguejos-e-cabea-dgua-ii.html
__________________________________________________________________________________ Ivo Fontan

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

UMA ESPERANÇA PARA NOSSAS FLORESTAS

Há pouco tempo postei aqui uma série de textos intitulada "Paradoxos".

O que vou falar agora bem poderia estar contido num deles.
Se fizermos uma lista das empresas que mais contribuíram para a degradação do meio-ambiente no Brasil e uma outra relacionando as que mais ações desenvolvem para preservá-lo, paradoxalmente encontraremos uma mesma empresa possivelmente encabeçando ambas!
A Cia Vale do Rio Doce.

Felizmente para todos nós esta empresa gigantesca avança celeremente para sair da primeira e figurar definitivamente na segunda lista.Pude ver isso pessoalmente em visita à RESERVA FLORESTAL DE LINHARES (ES), administrada pelo Instituto Ambiental CVRD. Não é o fato de manter uma reserva florestal que faz dessa empresa um modelo a ser seguido. A questão está no que é feito nessa Unidade de Conservação. Simplesmente ali se desenvolvem as mais sérias e avançadas pesquisas sobre RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS no país.

Adquirida pela Vale há meio século para ser uma área de extração de madeiras para dormentes, a Reserva de Linhares é hoje (paradoxalmente!) uma referência em pesquisas ( e ações efetivas ) de recuperação de áreas de Mata Atlântica. Basta dizer que está a cargo dos profissionais de lá a regeneração da Ilha Grande, um dos principais santuários da Mata Atlântica hoje no Rio. Linhares é uma visita imperdível para qualquer um que ama e sonha em ver a Mata Atlântica salva e, se possível, caminhando para uma recuperação, se não da pujança inicial, ao menos de uma parcela maior de sua riqueza inestimável. Posso dizer que tive lá a maior "aula" de minha vida sobre esse eco sistema fantástico, bem como sobre a real dimensão da nossa ação absurdamente predatória sobre ele e, principalmente, sobre como é possível reverter parte dessa estupidez.

Pesquisadores e estudiosos dos centros mais avançados do país lá encontram as condições ideais para desenvolver suas teses e estudos em geral sobre programas de recuperação. Vários destes programas podem ser conhecidos pelos visitantes que encontram ainda à sua disposição uma estrutura de hospedagem, passeios ecológicos guiados, informações e, claro, lazer, reunidos como eu não havia visto ainda em nenhum local do país. A estrutura que o visitante encontra é aquela que "deveriam" ter os Parques Nacionais, Estaduais, Reservas etc, a cargo do poder público. Recomendo a todos. Até mesmo como programa de férias (as crianças vão amar), mas recomendo principalmente aos que, como eu, costumam ser céticos e pessimistas em relação ao futuro de nosso maior patrimônio natural.

Acreditem, eu passei a acreditar que dá para salvar a Mata Atlântica!Linhares fica no norte do Espírito Santo e o acesso à Reserva é bem na BR101, no município de Sooretama.E tem mais, um pouquinho adiante (uma hora e pouco de carro), pela 101, você chega a Guriri e visita uma das bases do Projeto Tamar, outra coisa linda que nos enche de esperança no futuro!

Dê uma visitada no site planeje sua viagem!
Leia mais:
________________________________________________________________________________ Ivo Fontan

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

O Rio não é VIOLENTO!

Quem me conhece e sabe das minhas opiniões sobre a cidade do Rio de Janeiro (da qual eu "desisti" há dezesseis anos) deve pensar ao ler este título: "Ele está de sacanagem"; "Aí vem mais algum sarcasmo ou ironia"!

Não é não. Por incrivel que pareça eu estou falando sério. Só que não estou falando do Rio cidade. Estou falando do Rio Estado.

O carioca, provavelmente por razões históricas, relacionadas ao fato de ter sido habitante da capital política e cultural do país por tantos anos, adquiriu uma certa arrogância no amor à sua cidade e sempre desprezou o restante do estado. Falo desprezou no sentido de ignorar a existência. Com exceções, como os points de badalação (Angra, Cabo Frio, Búzios etc), o carioca não conhece e nem suspeita de que existe um Rio pacato, bucólico, seguro, muito mais perto do que ele imagina.

Morador de uma cidade do interior e, mesmo antes, assíduo viajante "doméstico", sou testemunha de que em nenhuma outra cidade deste estado vive-se o terror e a barbárie que se vive na capital.

Eventualmente uma notícia de jornal sobre um caso de violência em alguma cidade menor suscita imediatamente, entre cariocas, comentários do tipo: "Tá vendo, depois dizem que é só no Rio" ou "Não digo? é tudo igual, não tem mais lugar seguro, a violência está em toda a parte".

Ouvi e ouço isso com frequência, pois ainda trabalho na capital. Evito discutir sobre o assunto pois, de certa forma, entendo que este tipo de pensamento funciona como uma espécie de "compensação" para o desespero e a frustração de quem ama e mora nessa terra e, não tendo como fugir, precisa encontrar razões para continuar vivendo sem "pirar".

Mas não é verdade!

Não há lugar 100% seguro. É fato. Entretanto, a probabilidade de que a violência cruze seu caminho, na cidade do Rio (em qualquer hora ou lugar) é enormemente maior do que na esmagadora maioria dos seus quase cem municípios, muitos dos quais os cariocas sequer sabem que existem.

Um teste rápido: Quem conhece aí São José de Ubá? Varre-Sai? Rio das Flores? Quatis? São Sebastião do Alto?

Pois acreditem, nestas e em inúmeras outras cidades, distritos e vilas espalhados por este belo estado, vive-se sem medo; anda-se à noite pelas ruas sentindo cheiro de flores; dorme-se com janelas abertas; conversa-se com vizinhos, lojistas e desconhecidos; e outras coisas simples mas inimagináveis para o Rio de hoje.

Se essas coisas representam algum atrativo para você, experimente pegar seu carro, viajar 2 ou 3 horas, se hospedar num hotelzinho em frente a uma praça arborizada, caminhar pelas ruas entre pessoas que te cumprimentam, deixar o tempo simplesmente passar...

Agora, se você não vive sem shoppings, baladas, encontro com "celebridades", engarrafamentos... É melhor não tentar.

Periga se estressar com o pisca-pisca dos vagalumes, o "poin-poin" dos sapos-martelo, ou ainda se intoxicar com "over-dose" de perfumes de flores...

Ah, já ia me esquecendo, é terrível mas tenho que alertar: também não tem Mac Donald’s!

Mas se você está disposto a "superar" tudo isso e quer algumas dicas, acompanhe minhas postagens neste blog, na série CONHECENDO O RIO.


Ver posts:
Conhecendo o Rio: SERRAMAR, uma estrada no paraíso!
Conhecendo o Rio: O TREM DA ESTRADA REAL
Conhecendo o Rio: O ENCONTRO DOS TRÊS RIOS
__________________________________________________________________________________ Texto de Ivo Fontan

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Turismo Sustentável

Regras básicas para boa prática do turismo sustentável:

1. Procure os serviços turísticos que valorizem as populações locais, sua cultura, economia. E que tenham procedimentos de conduta para a sustentabilidade local.

2. Nas comunidades que estiver visitando, aprenda antes sobre sua história natural e cultural e respeite os costumes locais. Procure conversar com moradores, ouvir suas histórias e contos.

3. Evite viajar para áreas populares durante a alta temporada e feriados. A baixa temporada além de ter pouca gente é mais barato. Desta forma você estará produzindo menos impacto aos atrativos.

4. Sempre se familiarize com os regulamento e costumes das áreas turísticas que estiver visitando.

5. Procure consumir produtos e artesanatos do local que estiver visitando.

6. Dê preferência a empresas de serviço (hotéis, receptivos, operadoras, etc) que tiverem certificação ou que atuem sob a ótica do turismo sustentável.

7. Não remova pedaços de ruínas ou objetos históricos para levar como lembrança. Tire uma foto, compre um postal.

8. Economize água e energia nos locais que estiver visitando. É bom para o meio ambiente, é bom para todos.
9. Pesquise em revistas, livros ou pela Internet o local que for visitar antes de sua viagem. Isso lhe ajudará a conhecer os costumes e a história das diversas regiões do Brasil e melhorará o aspecto cultural de sua viagem.

10. Sempre que puder instrua com educação algum visitante que esteja com comportamento impróprio, produzindo impacto aos atrativos turísticos.