quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Mudanças ÓTIMAS no nosso Concurso Cultural


Como anunciamos, até dezembro, o Desabafo de Mãe, O Futuro do Presente e outros blogs, com o apoio de empresas parceiras, estarão realizando uma série de concursos culturais mensalmente.

Para facilitar a premiação e incentivar a participação, foram feitas algumas mudanças muito legais.

O Concurso Escola acontece, simultaneamente, no Desabafo de Mãe, e blogs Educar Já e O Futuro do Presente, mas com premiação desvinculada:

1. No site Desabafo de Mãe: internautas precisam escrever um desabafo no site ou no próprio blog sobre uma experiência positiva que tenha vivenciado em relação à escola do filho ou de desafios que enfretaram, ou pretendem enfrentar , para melhorar a qualidade educacional do filho. Prêmio : Camiseta EducaCamp e dois livros.

2. Blog Educar Já, o autor da melhor resposta à pergunta Você acredita que há experiência positiva que envolve pais e professores? ganha um KIT ESCOLAR DA MERCUR - HOT WHEELS (para meninos) . As respostas podem ser via comentários no blog.

3. Blog O Futuro do Presente, o autor da melhor resposta à pergunta Como você escolheu a escola do seu filho? ganha um KIT ESCOLAR DA MERCUR - COLEÇÃO MORANGUINHO (para meninas). As respostas seraõ via comentários no blog.

Então, para participar, basta escrever sobre uma experiência positiva que tenha vivenciado na escola de seu filho que pode ajudar outros pais a enfrentar situações ou problemas similares e enviar para o Desabafo de Mãe.

Ou, se você é mãe ou pai de menino, corra no blog Educar já e responda à pergunta.

E para mães e pais de meninas, basta responder à nossa pergunta aqui nos comentários e estão concorrendo a um Kit Escolar da Mercur da Moranguinho.

Você já pode começar a participar agora, para isso basta ler as regras dos respectivos concursos que seguem a mesma premissa do sorteio Vista a Camisa do EducaCamp!.

E nós já temos mães concorrendo ao prêmio, vejam!

Renata disse...
Embora minha filha não esteja na escola (o que a maioria das pessoas considera um absurdo, afinal ela ela JÁ tem quase TRÊS anos), eu adoraria comentar o que penso aqui. Vou começar minha busca por escolas em breve, mas já estou tão desanimada... Pelo que percebi as escolas seguem filosofias em grande parte pra atender as pais: algumas pretendem formar CEO's de empresas no futuro, e começam a trabalhar nesse sentido com crianças de 2 anos (sei de caso de escola que ensina letras pra crianças de 2 anos que nem falar direito sabem ainda, não é um absurdo?). Tem pais que, por outro lado, acham que tanto faz a escola, que o importante nessa fase é a criança brincar. COncordo que brincar é mais importante, mas acredito que a filosofia, a metodologia é importante desde cedo. Cedo pra mim, é 3, 4 anos, pois acho que criança não precisa, nem deve ir pra escola antes disso.Não é novidade pra vc que sou fã da Pedagogia Waldorf, mas infelizmente não temos muitas opções aqui no Rio.Estou sem tempo pra escrever mais, mas pretendo aocmpanhar a discussão e os desabafos porque tenho interesse no assunto. Quem sabe, mais pra frente, dou mais pitacos?

Ceila Santos disse...
Eu ainda não escolhi " a escola" da Malu, mas no passado fiz uma escolha do berçário da Malu onde agora eu mantenho ela em função do valor social dos amigos que a Malu tem. Ela ama muito os amigos e, apesar da metodologia pedagógica não ser muito clara ainda pra mim, eu estou tranquila pq eles têm um foco grande na brincadeira. E eu tenho um cuidado enorme de inserir cultura na turminha e na escola com sugestões. livro no fim-de-semana e teatro estão entrando na programação dos passeis que no passado era para o parque da monica ou da xuxa. eles vão agora avaliar a oferta do ingles para todos. hoje quem quer oferecer inglês ao filho paga separado. então a escolha da minha escola foi feita pensando no cuidar do bebê, no ambiente, na cultura, no jeito das pessoas, no espaço aconchegante, pequeno e familiar, na proximidade de casa e no preço.

Tatiana disse...
EU TENHO UMA FILHA DE 4 ANOS QDO FUI ESCOLHER A ESCOLA DELA FIZ VISITA A VÁRIAS ESCOLAS ,EM PRIMEIRO LUGAR FOI A SEGURANÇA JA´ QUE ELA É UMA MENINA MUITO ESPERTA E TEM MUITA ENERGIA, LEVEI ELA JUNTO PARA VER SE SETIA BEM NA ESCOLA.ENCONTREI UMA ONDE DE CARA EU ME SENTI BEM E ELA TAMBÉM E ONDE NAÕ TINHA LUGAR PARA SE MACHUCAR E COM SEGURANAÇ E QUE EU TAMBEM ME SEGURA EM DEIXAR MINHA FILHA E VI COMO ERA O ENSINAMENTO NA ESCOLA , CONVERSEI COM A PROFESSORA PARA VER SE SENTIA CONFIANÇA NELA .PROCUREI SABER INFORMAÇÕES SOBRE A ESCOLA .EU SEI QUE FIZ UMA BOA ESCOLA ESCOLHA POIS NA ESCOLA QUE ESTA SE SENTE BEM E EU TENHO CONFIAÇA NA ESCOLA E NAS PESSOAS QUE NELA TRABALHAM. JÁ TEM DOIS ANOS NESTA ESCOLA.QUE BOM É TAO BOM SABER QUE NOSSOS FILHOS ESTAO EM AMBIENTE SEGURO E QUE TEM UM BOM ENSINO .

Nós contamos com sua participação para incendiar o debate sobre a educação que buscamos para nossos filhos através de soluções práticas e da troca de experiências simples que deram bons resultados.

Participe!

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

20 comentários:

thais disse...

A Melissa tem 4 anos e ainda não foi pra escola porque eu não encontrei uma que coubesse nas minhas exigências. Eu sou exigente, sei disso, e acho que tenho razão. Hehehhe.
Eu quero uma escola perto de casa, uma escola segura (já vi escola em que qualquer um entra e sai a hora que quer), mas sem absurdos (vi escolas que não deixam os pais entrarem nem pra ver se o filho está bem), uma escola que não seja pré-vestibular (já que existem várias outras experiências importantes antes de se pensar em faculdade), uma escola que ensine as crianças a gostarem de aprender, onde se aprenda a respeitar, a questionar, a ser e não a obedecer. Uma escola onde as crianças sejam crianças, não mini adultos. Onde crianças convivam juntas, sem distinção de idade, cor, classe, nota e aprendam a se respeitar, se ajudar e se entender. Onde o professor seja alguém em quem as crianças possam confiar, alguém apaixonado, que se doe, que acredite. E um lugar onde o lanche não tenha coxinha, bolacha recheada e refrigerante.
Hehe, existe?

thais disse...

Ah, Ana, eu não quero concorrer ao kit, tá? Hheehhehe, estou com canetas, borrachas e lápis demais aqui em casa, já. Mas adorei a discussão.

Beijo

Ana disse...

Thaís,

Se existe escola assim, não sei... mas também estou procurando, então, se vc achar, me conta!

Ana disse...

Ana Cláudia,


Não vou concorrer ao prêmio (meu filho não gosta da Moranguinho... rs), mas vim compartilhar aqui a minha “saga” em busca da escola do meu pequeno… Já fui chamada de “fresca” várias vezes por ser muito exigente em relação às escolas. Veja bem, eu não tenho o privilégio de poder deixar meu filho apenas meio período na escola, já que preciso trabalhar e não tenho com quem deixá-lo. Por isso, sempre fui muito crítica com relação às escolas que visitei, já que meu filho passaria a maior parte do dia lá.

Bom, posso dizer que visitei a grande maioria das escolas da cidade, e me decepcionei muito com a maioria. (E comprovei que “o preço da mensalidade, às vezes, é uma mera decisão de marketing, e não propriamente de qualidade”).
Bom, com relação à comida, 90% das escolas que visitei adotavam frituras TODO dia, no almoço (e fritura é uma coisa que abomino). Percebi que os cardápios, todos “cuidadosamente elaborados por nutricionistas especializadas em nutrição infantil”, incluíam todo tipo de porcarias: no almoço, a salada e os legumes apareciam de vez em quando, acompanhados de massas e frituras; nos lanchinhos, doces, chocolate, sorvete, bolos, biscoitos, salgadinhos (coxinha, risolis etc), danonihho, pizza, pastel, tudo acompanhado de sucos industrializados ou, no máximo, feitos de polpa, sempre adoçados com açúcar refinado (”as crianças gostam do suco bem docinho!”).

Tive sorte de achar duas escolinhas dentro do meu orçamento, e que atendiam minhas expectativas, tanto com relação à alimentação, quanto com relação ao espaço físico, curriculo, funcionários etc. A primeira, que meu filho frequentou por mais de um ano, tinha uma alimentação excelente, impecável, eu diria. Como ele era bem nenê ainda, na fase das papinhas, o almoço era sempre composto por legumes amassados ou bem molinhos (vários legumes, uma variedade excelente), acompanhados por carne ou frango, arroz e um grão (feijão, lentilha, grão de bico etc). Nos lanchinhos, era oferecida uma fruta, e, se a criança não aceitasse, era oferecido o suco da mesma fruta. Aos poucos, o lanchinho passou a incluir, além das frutas, bolos simples (sem recheio e cobertura), de frutas, pães com queijo, requeijão ou patês naturais e outras opções bem saudáveis. As professoras também eram muito bem treinadas, carinhosas e interessadas nas crianças (me lembro de um dia que a professora )Infelizmente, ele teve que sair de lá, pois mudei de casa e ficou muito longe - e o espaço lá tb ficou pequeno para ele, o pátio, apesar de bem arborizado e com bastante sol, era pequeno.

A escolinha que ele frequenta agora também dá bastante importância à alimentação, e tem um espaço enorme, com árvores, grama, bastante sol e muito tempo para as crianças brincarem. Mas ainda não estou totalmente satisfeita, e pretendo colocá-lo em outra escola no ano que vem - o quesito “mensalidade” ainda não me permitiu colocá-lo na escola que eu queria. Nessa minha escola “quase perfeita”, além de tudo isso que já citei (alimentação de qualidade, sol, espaço ao ar livre), as crianças aprendem conceitos de educação ambiental - a escola pratica reciclagem, e ainda tem os mascotes da escola (um lago enorme com muitos peixes e algumas tartarugas, que eles alimentam todo dia), árvores frutíferas (não reparei em todas, mas vi laranjas, jabuticabas e uma mangueira enorme), e uma pequena horta - cada turma é responsável por um pequeno canteiro, que eles cuidam todo dia, e a cada quinze dias cada criança leva um pezinho de verdura p/ casa (achei isso o máximo…).

Enfim, acho que está cada vez mais difícil achar escolas comprometidas com o bem estar dos alunos, mas cabe aos pais, bem informados e conscientes, EXIGIR das escolas qualidade, e isso inclui profissionais preparados e qualificados, uma alimentação saudável, e incentivar os bons hábitos nas crianças desde cedo.

Ceila Santos disse...

Ai que debate mais produtivo. Como é bom mudar regras, né!? então, acho que a thais fala um pouco do meu sonho e deixa claro o desafio de achar isso em q/q lugar do Brasil ainda. a trajetória da Ana mostra que há alternativas, difícil é conseguir pagá-las. aliás, preço realmente não diz nada em relação à qualidade. Ana me mostra uma informação essencial: como é engraçado o marketing da nutrição com a realidade. moro em são paulo e o cardápio realmente é estranho. eu estou começando a gostar da escola da minha filha que já foi perfeita quando ela era bebê, mas agora não estou totalmente satisfeita porque meu foco é que a Malu aprenda a conviver com outras crianças e a conhecer a leitura, o teatro, a música e artes em gerais. sustentabilidade e meio ambiente também são essenciais pra mim, mas confesso que marketing da hortinha é tão grande que ainda não consegui discriminar quem realmente está preparado para falar de sustentabilidade para crianças. to lendo o documento da ong Ecofuturo e to amando, mas será que escolas têm acesso a esses conceitos? duvido muito. essa conversa está ótima e vou linká-la para questionar tudo isso ás fontes de uma próxima reportagem no site do Desabafo de mãe. obrigada, meninas! e o que dizer a vc, Ana? vc é um anjo! bjkas e inté!

Silvia disse...

Ceila, fiquei interessada nesse documento que você mencionou. A ONG que você diz é esta aqui?

http://www.ecofuturo.org.br/

Que documento é esse?

Silvia disse...

Sobre a pergunta que você fez, Ana... Olha, eu acho que escola perfeita não existe. Pela minha experiência e pelo que vejo outras mães dizerem, acho que a gente tem que definir o que quer encontrar na escola, mas tem que estar ciente de que vai ter que abrir mão de certas coisas para ter outras.

Na minha opinião, o mais importante é o método de ensino. Tem que estar de acordo com a filosofia e o modo de vida da família. Depois disso, tem que analisar (e o problema dessas análises é que sempre são subjetivas) a equipe: direção, coordenação e professores são experientes? Sabem implementar o método?

E tem mais uma série de itens que entram na lista de quesitos com base nos quais vamos julgar as escolas: espaço físico (eu, por exemplo, gostei de uma escola que visitei, mas odiei o espaço externo, toooodo cimentado, nada de arvóres, terra, um pedacinho de grama - e o preço também era bem salgado pra quem tinha que pôr duas crianças na escola), lanche, projetos sócio-ambientais, projetos culturais...

Aí, depois de visitar várias escolas, tem que parar para pensar qual delas combina mais elementos importantes para você. Sempre digo que é um segundo parto, é uma escolha muito difícil, e pelo caminho a gente volta e meia tem dúvidas, fica se perguntando se acertou mesmo. ;-)

Ana Cláudia Bessa disse...

Eu amo vocês!!!E quero agradecer muito a participação!

Eu não vou forçar que as pessoas que respondem estão invariavelmente concorrendo ao prêmio porque dentro da nossa proposta de consumo consciente, isso é perfeito: saber avaliar quando não precisamos de determinado produto. Obrigada de novo pelo belo exemplo, amigas!

Sobre a escola (e eu também não estou concorrendo ao prêmio...risos), é uma escolha muito difícil. Eu visitei muitas escolas, mandei e-mails para umas 30 escolas. Somente 5 responderam, sendo que das 5, 2 foram até o fim dos meus questionamentos.

Aqui onde moro tem MUITA escola, muita mesmo. Para todos os orçamentos, metodologias e gostos.

Tem escolas gabaritadas como o Salesiano, tem colégios regionais grandes, com espaço demais a ponto de misturar crianças muito grandes com as muito pequenas, com espaço de menos, com horta e sem hora, com capoieira e projeto bilingue. Tem uma escola canadense (a única do estado do RJ) que é o quarto melhor ensino do mundo, naturalmente bilingue (e caríssima aqui, em Recife parece que tem uma e é metade do valor) e que embora me atraia o fato de estudar num ambiente bilingue, num método comprovadamente eficiente, não cogitei colocar porque o preço (além de inviavel para mim, com 2 crianças) ia colocá-los convivendo com uma ralidade completamente diferente da realidade deles.

Acabei optando por uma escola exclusivamente MONTESSORIANA. Outra coisa que nem no Rio a gente encontra. Portanto, você podem ver como aqui é bem servido de opções.

Lá encontrei muitos aspectos que gosto e que vocês citaram aqui (espaço, área verde, salas amplas, fidelidade à metodologia, alunos de várias idades juntos, crianças especiais na escola, professores bem preparados, custo médio - não foi a mais barata nem a mais cara que encontrei)mas , principalmente com o passar do tempo a gente vai vendo imperfeições. Lá tem nutricionista, mas se a criança não aceita o lanche, dão biscoito e se deixar, é biscoito todo dia. Só não é pior porque não é recheado. Tudo é feito lá mas o suco e o biscoito (em geral maizena, rosquinha, etc), por exemplo , é sempre industrializado. Eu fico em cima disso e melhorou mas tenho certeza que não posso descansar. E foi a a partir da minha interferência que o meu filho começou a deixar de comer o biscoito e provar os alimentos a que se negava provar.

Estou observado que a escola ensina e fala muito sobre sustentabilidade com os alunos mas não pratica: até onde vi, o lixo deles não é entregue para a coleta seletiva, por exemplo.

Fui convidada a ser mãe representate da turma do meu pequeno e a proposta da escola quando do convite, não saiu da intenção. Muito por culpa dos pais que também nunca me procuraram para nada mesmo eu tendo feito uma cartinha com meus contatos.

E por fim, apesar, e disso ser muito importante, o meu pequeno estar muito feliz na escola e eu saber que dentre as opções que visitei, realmente escolhi a melhor, sinto que a escola não é muito aberta às sugestões e interferência dos pais.

No final do semestre, fizeram uma avaliação de cada aluno e mandaram para os pais e a do meu foi muito precisa sobre a percepção que a escola tem dele e de seu desenvolvimento. Eu gostei muito. Além disso, marcaram um horário para cada pai ir conversar com a professora em particular durante as férias escolares.

Mas como falei, falam muito precisamente, mas pouco escutam. Se escutam, não dão muita importância. A Escola está em primeiro lugar, depois os alunos, depois os pais...

Se manterei eles lá? Sim. Apesar disso, acho que minha interferência é fundamentla e gosto muito do método. Ele está muito feliz e tem prazer de ir para a escola e para idade que estão, acho muito adequado. Não sei se manterei até o equivalente à o final do primário (essa mudança de nomenclatura ainda me confunde)que é até onde a escola atende. Mas no período pré- escolar, com certeza.

Ana Cláudia Bessa disse...

Ah...e não foram cedo para a escola. O Mais velho foi com 3 anos e meio, porque manifestou vontade de ir para a escola e o mais novo com 2 anos e 8 meses, ainda não foi. Acho fundamental este tempo inicial de convivência familiar quando possível. Mas estou me inclinando a matriculá-lo pois está se sentindo muito sozinho e sentindo a falta do irmão - tem demonstrado estar pronto para este passo pois tenho levado sempre à ecola para levar e pegar o irmão e ele fica lá com muita desenvoltura, gosta mesmo.

bjks!

Ana disse...

Ana Claudia,

Uma coisa importante que vc comentou e que sinto falta na escolinha atual é esse contato dos professores com os pais... Não existe reunião de pais lá, nos horários de entrada e saída é muito difícil conseguir falar com os professores (pelo volume de pessoas na porta) e a agenda, que deveria ser o maior veículo de comunicações entre os pais e a escola, não traz informações muito relevantes (além do cardápio e do horário da soneca).

Nesse ponto, a escola deixa muito a desejar...

Ceila Santos disse...

Silvia, a entidade é essa mesma. Não sei se o material que estou lendo está disponível no site, mas trata-se de um livro, cujo título é A vida que a gente quer depende do que a gente faz ( propostas de sustentabilidade para o planeta) que pretendo assim que finalziar a leitura colocá-lo na roda por meio de um concurso no Desabafo de mãe. mas se tiver interesse posso enviá-lo antes pra ti e depois a gente coloca o livro na roda dos concursos, ok?

Silvia, vc citou em pontos importantes que vão de encontro ao que escrevo no primeiro capítulo desta reportagem (http://desabafodemae.com.br/home.php?acao=reportagens&subact=reportagem&cod=47) Ana Claudia, meu anjo, se puder escrever um desabafo descrevendo a experiência sobre ter filhos estudando a partir da metodologia MONTESSORIANA no nosso site seria muito legal para começarmos a deixar claro o que é cada método pedagógico e pra quem serve e porquê.
O comentário da Ana ainda me faz pensar como é crucial escolas que ABREM AS PORTAS para os pais. Talvez esse seja o critério mais improtante para mudança. conversei com uma das profissionais do MEC - apesar de ainda não ter feito todas entrevistas necessárias para escrever os egundo capítulo dessa saga da educação - mas ficou claro que a resistência das diretoras é grande na hora em que o sistema exige a participação dos pais. Muito obrigada pela participação e caso ninguém queira o brinde seria legal a gente doá-lo para uma creche aí do rio - sei que é pouco, mas é um começo, o que acham?

Darlana Godoi disse...

Vim aqui só para comentar uma coisa que acho importantissimo na escolha de uma escola. Verificar como é a relação da direção da escola com seus funcionários, recentemente em conversa com uma amiga , esta me contou sobre a escola onde ela trabalhava como estagiaria e as coisas absurdas que aconteciam nesta escola, de demissões sem aviso prévio e desmotivadas a uma comemoração do dia do professor onde a direção convidou gogoboys para fazerem streap tease para as funcionárias. Nem vou comentar as diversas coisas horriveis que acontecem nesta relação direção funcionárias, no entanto considero importante sim que isto seja verificado, funcionarios descontentes, maltratados, inseguros, insatisfeito, enfim que não estão se sentindo bem não podem cuidar bem de nossos filhos...

thais disse...

gente, que absurdo. hauhauahauhua, essa da darlana me deixou masi medrosa....

Anônimo disse...

minha filha estuda numa escola infantil em atibaia , acho pelo padroes e pela condicoes uma excelente escola. participo das reunioes, atividades,etc e vejo o esforco de ambos pela educacao. falta muito , estamos nos esforcando e acredito que juntos chegaremos la

Anônimo disse...

minha filha estuda numa escola infantil em atibaia , acho pelo padroes e pela condicoes uma excelente escola. participo das reunioes, atividades,etc e vejo o esforco de ambos pela educacao. falta muito , estamos nos esforcando e acredito que juntos chegaremos la

Silvia disse...

Apesar de achar o brinde foférrimo (as meninas ficariam loucas com ele), A-MEI a idéia da Ceila de doar para uma instituição de caridade!

Ceila, não vou aceitar a tua proposta de me emprestar o livro porque ando muito lerda com meus projetos de leitura. :-( Às vezes a leitura é até rápida, mas de vez em quando são tantos contratempos que acabo tendo que começar tudo de novo, pois até esqueço o que já tinha lido!

Silvia disse...

Ah, esqueci: tem escola montessoriana no Rio, sim, em Jacarepaguá e no Méier, a mesma escola, só que em JPA é só Educação Infantil, e embora a proposta seja legal, o espaço deixa muito a desejar. Como o Méier era longe para mim, acabei nem indo visitar a sede de lá.

Silvia disse...

O livro que a Ceila indicou está disponível para download aqui:

http://www.omelhorlugardomundo.org.br/download_livro.php

É enorme, quero ver eu arrumar tempo pra ler...

Ana Cláudia Bessa disse...

Silvia!!!
Eu tinha esquecido da escola de jacarepaguá e do Méier!!
Você tem razão!

Acho que não mecionei porque , como eu morava no Recreio, lá não tinha escola montessoriana e eu penso como você, era muito longe para mim. Porque estudar muito longe de casa, sacrifica demais os pequenos. Eu só os colocaria para enfrentar mais de quarenta minutos de condução se fosse uma escola maravilhosa e se as opções perto de casa fossem ruins. Quando as crianças são maiores, é diferente.
Mas com menos de 5,6 anos, no way...rs...
Vamos ver se quando eles crescerem mais um pouco, eu mudo de idéia.

Ceila Santos disse...

meninas, muito obrigada pelo debate. segue resultado: http://desabafodemae.com.br/home.php?acao=reportagens&subact=reportagem&cod=49&filtraass=Educa%E7%E3o