terça-feira, 29 de maio de 2007

GRIPE

A medicina desenvolveu uma terapêutica materialista, vendo o corpo humano exclusivamente como matéria. Pela ordem, vou assinalar os pontos em que residem os seus maiores erros, tomando como exemplo uma doença. A gripe é a mais comum das afecções, mas sua causa permanece obscura para a medicina. Há alguns anos, passou a ser atribuída ao contágio de vírus transmissíveis pelo ar ou à alergia. Do nosso ponto de vista, trata-se de uma tese pueril que não toca a raiz do problema e que, num futuro próximo, deixará de ter qualquer validade.

O corpo humano tem várias toxinas hereditárias, algumas reconhecidas pela medicina oriental – como as que causam varicela, sarampo, coqueluche etc. – e outras que essa medicina desconhece. O corpo procura expelir essas toxinas por meio de ações fisiológicas naturais. A esse processo, damos o nome de ação purificadora. As toxinas se acumulam em várias partes do corpo, mas tendem a concentrar-se nas áreas onde os nervos são mais ativos.

Os nervos mais utilizados são os da parte superior do corpo, especialmente os mais próximos do cérebro. Quando o homem está acordado, ainda que os seus braços e pernas estejam em repouso, os seus olhos, ouvidos, nariz, boca e cérebro não descansam nunca. Por isso, os ombros, pescoço, gânglios linfáticos, nuca, glândulas salivares e, principalmente o cérebro, incluindo o bulbo, são as áreas de maior acumulação de toxinas. Aos poucos, as toxinas que durante o dia se acumularam nesses pontos, vão se solidificando. E quando a acumulação atinge um certo limite, inicia-se o processo de sua eliminação.

Nesta ação eliminadora devemos ver uma dádiva da Natureza, porque as toxinas solidificadas obstroem a circulação e endurecem os ombros e o pescoço, causando cefaléia, cabeça pesada, redução da acuidade visual, auditiva e olfativa, entupimento nasal, piorréia, dentes fracos, falta de ar, fraqueza nos braços e pernas, dores nas cadeiras, edemas, etc. Isto reduz a capacidade do homem de exercer as suas atividades, impedindo-o de cumprir a sua missão. Por isso, o Criador criou a maravilhosa ação purificadora a que chamam doença.

O que o homem identifica como doença são os sofrimentos decorrentes do ato de eliminação das toxinas. Mas na verdade, a doença é imprescindível para a saúde, pois é uma ação que purifica o sangue. Por isso podemos dizer que é a maior das graças divinas. Se as doenças fossem completamente suprimidas, a humanidade definharia cada vez mais e finalmente se extinguiria. Isto pode parecer contraditório, pois eu falo na criação de um mundo isento de doenças. A diferença fundamental é que quando o homem ficar livre de toxinas, a ação purificadora deixará de ser necessária, pois as doenças terão desaparecido.

Chamei de ação purificadora ao processo de eliminação das toxinas solidificadas. Quando se contrai uma gripe, o primeiro sinal é a febre. A Natureza serve-se da febre para dissolver e liqüefazer as toxinas, a fim de facilitar a sua excreção. Essas toxinas liqüefeitas infiltram-se imediatamente nos pulmões, de um modo verdadeiramente misterioso. Isso se torna mais evidente quando ministramos Johrei (imposição das mãos, envio e troca de energias - nota do blog). Dissolvidas pelo Johrei, as toxinas se infiltram imediatamente nos pulmões, atravessando até mesmo músculos e ossos. Se a gripe dissolver as toxinas solidificadas de uma ou duas áreas do organismo, os sintomas serão leves. Mas quanto maior o número de áreas, mais pesada será a purificação. É assim que um resfriado inicialmente leve pode transformar-se numa gripe muito forte.

Depois de liqüefeitas, as toxinas mais delgadas podem ser eliminadas imediatamente dos pulmões. As mais grossas, ali estacionam temporariamente, aguardando o bombeamento mais enérgico da tosse, para serem expelidas. A tosse expele o catarro da mesma maneira como o espirro expele o muco nasal. De modo análogo, as dores de cabeça, de garganta, a otite, amigdalite, dores nas juntas dos pés e das mãos, nas virilhas, etc. são sintomas de que as toxinas que estavam solidificadas nessas áreas se dissolveram e começaram a movimentar-se procurando uma saída, irritando, conseqüentemente, o sistema nervoso. Também aqui as toxinas liqüefeitas podem ser grossas ou delgadas. As grossas se transformam em catarro, muco, diarréia, etc.; as mais delgadas são eliminadas sob forma de suor ou urina. continua

Meishu Sama

Para ler todo o texto, clique aqui.

7 comentários:

Ivo Fontan disse...

Muito interessante, mas o alerta de que o texto não é ligado a nenhuma igreja, seita ou religião não procede, uma vez que a referência ao johrei mostra claramente que seu autor é seguidor da igreja Messiânica.

Ana Cláudia Bessa disse...

Ivo, O Meishu Sama é o fundador da Igreja Messiânica. Interpreto essa colocação como sendo um artigo do Meishu Sama, não do religioso. Eu posso fazer menções de algumas coisas que mesmo indo de encontro às minhas crenças religiosas, não sejam ligadas a elas. São colocações minhas, pessoais. Quanto ao Johrei, é o nome que ele dá, mas no espiritismo é o Passe, temos ainda o Reiki e outros nomes que são para a mesma finalidade: imposição de energia vital através das mãos. Isso se dá em outras religiões e fora delas.

O importante é: as colocações do texto fazem sentido, nos fazem pensar? A que conclusão chegamos?

A mim, sim, fazem sentido.
E me levam a concluir que nem sempre devemos ceder ao conforto do medicamento porque ele pode apenas estar mascarando os sintomas, sem , de fato, tratá-los.
Eu, por exemplo, só lanço mão de um anti-térmico quando já tentei outras formas alternativas sem sucesso. Na gripe que mencionei aqui em casa, fui baixando as febres em banhos e compressas, sem uso de anti-térmicos.
Espero que esse assunto renda ótimas discussões.

Ivo Fontan disse...

Permita-me discordar. Quando ele afirma no texto:
"Dissolvidas pelo Johrei, as toxinas se infiltram imediatamente nos pulmões, atravessando até mesmo músculos e ossos"
ele está expressando uma convicçaõ RELIGIOSA. Não há nenhuma comprovação científica de que a "imposição das mãos", seja chamada johrei, passe ou qualquer outra terminologia, seja capaz de realizar isto que ele está afirmando.
Portanto, minha amiga Ana, o texto é sim profissão de fé!
O que não tira seu "encanto", mas tira, sim, credibilidade científica!

Ana Cláudia Bessa disse...

Concordo. Neste momento ele expressa realmente um convicção religiosa. Mas não entendo que isso torne o texto de cunho exclusivamente religioso. Pela minha interpretação, ele quer dizer que o que ele fala SE EVIDENCIA mais quando ministra o Johrei. Ou seja, na concepção dele, o Johrei vem confirmar.
Logo em seguida, ele retoma ao responsabilizar a gripe por esse processo.

Lailla disse...

Eu não consigo ver meu filho com febre, tossindo e não dar remédio. Lendo esse texto, realmente, fiquei com medo de estar fazendo mais mal para ele do que bem. Mas como saber quem está com a verdade?

Ana Cláudia Bessa disse...

Lailla, o melhor conselho que tenho é ler!
Quando a gente procura se informar, pode chegar ás nossas próprias conlusões.
A verdade está em cada um.

Anônimo disse...

Texto muito interessante.
Concordo com o Sr. Ivo. tem cunho religioso.
Mas continua valendo a reflexão.
Não conhecia e gostei demais.