quarta-feira, 30 de abril de 2008

Terreno fértil

Falem o que quiser, mas cabeça de criança é o melhor terreno para se plantar, que existe no mundo. Por isso o cuidado do que falamos e mostramos para os rebentos.


Moro nos Estados Unidos e em dois anos de vida lá, meu filho hoje de 4 anos já está alfabetizado em inglês, lê e escreve nela. Já o português é bem primário, tendo em vista que ele só ouve os pais falando nesta lingua.

Por isso eu resolvi passar uma temporada com ele no Brasil e estou de "férias" no Rio de Janeiro, onde o matriculei em uma escolinha, a mesma que a prima dele que tem a mesma idade frequenta. Em 1a. semana ele já estava formando frases curtas, na 2a. frases longas e na 3a. já conta histórias.

Eita cabecinha boa para aprender linguas, já a mãe, bem deixa para lá...

Conceitos, cultura, sociabilidade em linguas diferentes e aprendidas tão rápido, mas salientando que sem pressões, no tempo dele e como ele quer, ou seja brincando.

Estou adorando esta fase, apesar das viroses, dengues e otras cositas más.

Terreno fértil, tem que ter boa semente também. Vamos ver como será a volta dele para os Estados Unidos.
Depois eu conto...
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Cristiane A. Fetter

3 comentários:

Ana Cláudia Bessa disse...

Cris, realmente esses meninos e meninas realmente surpreendem! E temos mesmo que tomar cuidados com o que eles vêem e ouvem em casa. Embora eu concorde com você neste aspecto, eu não acredito que o meu menino, que tem 6 meses a menos que o seu, estará lendo e escrevendo em português na mesma idade que o seu tem hoje.
Por preferência nossa e pela escola que escolhi, que não tem este intuito neste momento, questão de metodologia. Por isso a minha pergunta: ele já ler e escrever com 4 anos é uma opção sua, faz parte da metodologia da escola ou é uma questão cultural americana? (Minha pergunta é mera curiosidade, não uma crítica, tá?)

Geo disse...

Assim como a língua, a música tb se aprende cedo. Já li que a idade entre 9 e 11 anos é ideal para a criança aprender a tocar um instrumento. Pois é, quanto mais cedo eles puderem aprender,melhor.
Fico feliz por ter voltado a blogar, sinal que tudo está voltando ao eixo.

Cleite Fontenele disse...

Ana,
Acho que depende não só da escola, mas da criança e também dos estímulos que recebe. A filhota também já é bem atrevidinha nesta área, mais pelas escolas do que por nós. Já gosta de falar as letras das palavras que encontra, embora a gente tente segurar um pouco aonda. Mas eles são sedentos por natureza: querem saber mais e mais e é uma geração bem diferente da nossa. A escola anterior é mais "puxada" neste sentido, embora na nova ela já esteja aprendendo a escrever o nome sem copiar. Acho que a escola influencia muito neste sentido. Saudades de vocês! Beijos!