domingo, 16 de setembro de 2007

Senso de noção

Esse é um texto publicado no Blog do Planeta. Eu até que tentei escrever algo mas não achei nada que em tão poucas e educadas palavras exprimisse meus sentimentos a respeito de quem deixa seu cachorro fazer cocô na rua e acha isso a coisa mais normal de mundo.

Dá pra Catar

De todas as formas de poluição urbana, talvez a mais vergonhosa sejam as fezes de cachorro no meio das calçadas. Porque simbolizam a falta de educação dos donos desses animais. E a falta completa de noção que a rua é um espaço partilhado por todos. As fezes, além de feias e fedorentas, podem atrair insetos e transmitir doenças. Também contaminam a rede pluvial. Sem falar que restringem o espaço de circulação dos pedestres. Apesar disso, o cocô de cachorro (para usar a expressão mais direta) é bem disseminado em todas a classes sociais. Tanto em bairros pobres quanto ricos das cidades brasileiras, há donos que deixam seu cão sujar o chão e não limpam depois. Leva a gente a pensar o que esse pessoal tem na cabeça.

(Alexandre Mansur)

http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/archive_2007_05_08_10.html#289900

4 comentários:

Cristiane A. Fetter disse...

Adivinha o que eles tem na cabeça? um grande areal.
Só pode ser isso.
Pois o sensato não age assim
Que pena.
Vai chamar a atençao de uma pessoa dessas na rua? Ela só falta bater em você.
Mas um dia eles irão aprender, nem que seja depois de pisar em um presente desses, risos.

Anônimo disse...

Nem pisando...
Se pisar resolvesse, todo mundo catava, porque acredito que não haja um ser no mundo que nunca tenha pisado numa caca de cachorro...

Ana Cláudia Bessa disse...

Isso é a mais pura verdade...

Ana Cláudia Bessa disse...

Ah...lembrei que um dia fui chamada de PORCA e fiquei feliz...rs

Eu estava na rua com meu cachorro e ele começou a fazer cocô, eu deixei porque o saquinho para recolher estava no meu bolso, esperando ele terminar.

Passou um carro e gritou:

POOOOOORCA!

Claro que não deu tempo de mostrar o saquinho, ou explicar nada...

Mas fiquei feliz porque alguém achou errado se eu não catasse!

Ainda há uma luz no fim do túnel!